Na continuação do programa
anterior com o tema a astrologia e a sexualidade.
No antigo mundo árabe
medieval ou no mundo europeu medieval de onde vem as primeiras indicações a
respeito deste assunto.
Tudo o que se desviava do
sexo padrão, reprodutivo, Pênis X Vagina, papai/mamãe, que não fosse para
procriar, enfim, tudo o que se desviava deste padrão da época era considerado
pecado, era obra do demônio. Eram as chamadas “Cópulas imundas”.
Mesmo o sexo oral ou o
sexo anal entre homens e mulheres entrava no rol das imundícies, e na mesma
lista encontrava a zoofilia, as tendências sadomasoquistas / coprofágicas que
não era definidas nessa época da forma como se entende hoje, mas eram coisas
que existiam também, além obviamente, de todas as formas possíveis da
homossexualidade.
Na Astrologia os signos
chamados de “Bestiais” eram os que tinham maior propensão a este tipo de
comportamento.
Estes signos são todos os
signos de fogo e terra, com exceção do signo de Virgem.
Assim, os signos bestiais
seriam Carneiro, Touro, Leão, Sagitário e Capricórnio.
O que existe em comum
entre eles é a secura, a qualidade primitiva que está associada a dureza,
aspereza, a dor, a resistência, e que é a qualidade que predomina no planeta
marte.
Na verdade, signos
bestiais por si mesmo, vão produzir uma propensão a lascividade mais intensa:
Vão ser pessoas que não
querem necessariamente quantidade, no que diz respeito ao prazer, elas procuram
a intensidade, nem que para atingir o extremo elas se submetem a dor ou outros
tipos de estímulos mais severos.
Para completar o quadro
das ditas “cópulas imundas”, Vênus precisa de estar afligida ou por saturno, ou
por Marte, ou por ambos.
Se a pessoa tiver o
planeta Vênus no signo de marte (Carneiro, escorpião, Capricórnio), ou o
planeta Marte em signo de Vênus (Touro, Balança e Peixes), ou melhor ainda, se
tiver ambas as condições, a pessoa
também tem tendencia a procurar o prazer nas práticas que os antigos
consideravam imundas.
O seu mapa astral não
aponta com QUEM ou com o QUÊ a pessoa
vai satisfazer os seus desejos.
Só indica que a pessoa
será intensa, apaixonada, e vai gostar de viver “emoções fortes”.
Relativamente a todos os
indicadores acima:
Quanto maior o predomínio
de todas as características que acabei de citar, mais intensa será a vida
sexual da pessoa.
O mapa do Marquês de Sade
reflete bem essas características que descrevi.
Os signos de ar e água,
dada a natureza fértil deles, que são marcados pela qualidade primitiva da humidade,
(qualidade associada a lua, mãe da fertilidade) vão indicar uma vida sexual
marcada pela quantidade:
Aquilo que se entende as
vezes como ‘ninfomania’, mas isso só se houver aflições de vênus no mapa astral.
Serão pessoas muito
férteis, que não se importarão tanto com a intensidade, mas quanto mais
melhor...
Na realidade, serão até
certo ponto intolerantes a certas práticas mais intensas, preferindo o básico,
mais muito…
O romantismo e a vida a
dois recebe uma ênfase maior, são pessoas mais idealistas, que valorizam mais o
convívio, a amizade e o relacionamento cotidiano.
Mais uma vez, o seu mapa
astral não diz com QUEM vai querer viver esse tipo de coisa.
Então, resumindo, existem
as pessoas propensas as práticas que poderíamos chamar de “pesadas” e as
práticas que poderíamos chamar de “leves”.
Acontece que existem
pessoas, ainda hoje, que consideram a homossexualidade uma perversão, uma
doença, praticamente um culto demoníaco (no mundo islâmico é basicamente isso);
Ou então, consideram os
homossexuais como pessoas desonestas, confusas, loucas, que precisam de um
“tratamento”.
E existem as pessoas que
consideram a homossexualidade apenas uma extensão normal da sexualidade humana.
E sim, a Astrologia pode
definir de modo geral como será a sua vida sexual, mas eu não lhe posso dizer
com QUEM viverá a sua sexualidade.
Na sua vida sexual a
Astrologia apenas analisa os seus desejos conscientes, inconscientes e ocultos,
apresenta o seu universo de emoções, fantasias, vícios, excitações, intuições,
medos e paixões.
Conhece as suas máscaras
sexuais, o que lhe dá prazer e o que procura nos seus relacionamentos.
É basicamente isso...
A Astrologia ensina que
todos os setores da vida são importantes e podem ser usados a seu favor;
Desde que compreendidos.
Ao contrário do que todos
pensam, o setor que mais preocupa a maioria das pessoas não é o sexo, e sim, o
amor.
É o amor o que mais
preocupa as pessoas.
Onde, então, está o sexo?
Ele está lá, na Quinta
Casa, aquela seção do horóscopo que, dentre outras coisas, está especificamente
relacionada ao sexo.
O amor, por outro lado,
atravessa todas as casas e secções do horóscopo.
A casa 8, que tem como
regente natural o signo de escorpião, representa o erotismo, a sexualidade mais
profunda, transformadora, além de experiências transcendentais, intensas e às
vezes situações ocultas.
O planeta Marte no seu
mapa astral, simboliza a capacidade de iniciativa, além de estar ligado aos
impulsos, instintos e desejos.
Por isso, quando se fala
em sexo, Marte aparece como um dos elementos em destaque.
Além dele, Vênus, que representa
prioritariamente a capacidade de relacionamento e sedução também se apresenta
como um planeta fundamental nesse campo.
Existem outros planetas
que contribuem para o entendimento de como cada um de nós funciona na questão
sexual.
A Lua, por exemplo, fala das
reações e defesas emocionais, por isso também indica o grau de dependência
emocional e outros traços de afetividade que envolvem o sexo.
O ascendente, por sua vez,
mostra os aspectos com os quais se identifica, aquilo que admira no outro e em
si mesmo.
Por isso, também é um
fator de atração.
Também aprofundar-se no
conhecimento daquilo que idealiza na vida amorosa e sexual para que possa utilizar
de forma positiva na sua vida.
Como pode ver, muito além
de saber como uma pessoa de determinado signo age sexualmente, foi o tema do programa anterior , o ideal é
conhecer outros elementos.
Só que eu não posso obter
todos esses dados e informações apenas com a posição do seu sol, isto é do seu
signo, sem um Mapa Astral individualizado.
Esse mapa astral
individualizado é baseado no dia, na hora e no local do seu nascimento, o mapa
astral analisa a sua personalidade e todos os possíveis caminhos do seu
destino.
Através da sua
interpretação pode perceber melhor a sua forma de amar, de comunicar com os
outros, de lidar com as suas emoções ou de encarar todos os desafios, seja na
sua sexualidade, seja em todas as áreas da sua vida.
O gráfico representado
pelo Mapa Astral é o retrato do céu na hora do seu nascimento e revela a pessoa
como é e que como poderá vir a ser.
O mapa astrológico
funciona como uma máquina do tempo ou um relógio, dando me um diagnóstico que me
permite ter acesso aos eventos psicológicos que cobrem todo o período do seu
nascimento até à sua morte.
Portanto, um mapa
astrológico ajuda o tanto no diagnóstico como no prognóstico, pois além de
mostrar a simbologia dos conflitos e complexos internos, ele também aponta as
áreas e épocas de um provável crescimento.
E o tema do programa de
hoje esta principalmente direcionado a questões de homossexualidade.
O que é a homossexualidade
para si?
Mas, saindo um pouco do
plano das ideologias pessoais, não posso negar aquilo que a homossexualidade se
transformou hoje em dia:
Não se trata mais de
“opção”, ou “orientação” puramente sexual.
A homossexualidade, no mundo
ocidental, transformou-se numa orientação política, social e cultural...
Um estilo de vida.
O objetivo do programa de
hoje, é divulgar e promover uma reflexão sobre o estudo astrológico da
homossexualidade
Pois além de eu ter a
minha formação em Astrologia, também possui especialidades na área do
crescimento e desenvolvimento humana, formação em terapia de regressão a vidas
passadas entre outras formações e terapias, de modo que o meu olhar para a
questão possui uma subtileza adicional, que talvez nem todos os astrólogos
possuam.
Nesse sentido acumulei ao estudo
desse tema conhecimentos de áreas adjacentes da medicina, da psicologia, da
espiritualidade e das ciências sociais, além de estudos estatísticos, e outros,
assim como a avaliação de alguns mapas astrológicos de homossexuais que analisei
estes ultimos anos.
Espero que este programa sobre
o tema da homossexualidade, de algum modo, tenha algo de valioso a contribuir para
uma nova perspetiva do assunto.
Porem, com todas as
formações que possuo em Astrologia e outras, o programa não deixa de ser de qualquer
forma, apenas uma perspetiva, mas de qualquer modo, ainda assim, uma
contribuição.
Assim, em concordância com
os pressupostos da sexologia
– ciência multidisciplinar
que aproveita contribuições da medicina, biologia, psicologia, sociologia e
outras ciências humanas e biológicas, estuda o fenômeno da sexualidade humana
em toda a sua diversidade e complexidade
– é importante
salientar primeiro, que o fenômeno da
homossexualidade, assim como o da heterossexualidade são complexos e possuem
grande variabilidade de expressão.
A orientação sexual não é
realmente uma escolha ou uma opção consciente.
Há fatores biológicos e
psíquicos (inconscientes) que concorrem para a determinação da orientação
sexual, seja ela homossexual, heterossexual, bissexual, ou outra que se queira
definir, e não conheço nenhum caso, em que tal orientação seja realmente uma
escolha consciente da pessoa.
Não existe “opção sexual”
como alguns costumam dizer no senso comum.
Isso não é uma escolha, no
sentido consciente dessa palavra.
O que a pessoa pode
escolher, é se aceitar e viver tranquilamente a sua orientação e constituição
sexual, ou não se aceitar e viver com conflitos incessantes sobre a sua própria
condição e viver na dor.
Mas, ninguém escolhe
“mudar” a sua orientação sexual, de maneira consciente.
A pessoa escolhe, isso
sim, a maneira como vai articular e reagir à sua própria orientação.
Um heterossexual não
conseguiria escolher “virar” um homossexual, assim, como um homossexual também
não poderia escolher tornar-se “heterossexual”.
Sabe-se que alguns
homossexuais se permitem viverem experiências heterossexuais, e vice-versa,
alguns heterossexuais se permitem viverem experiências homossexuais, principalmente
nos dias de hoje.
Mas, isso não significa
que tenha ocorrido uma mudança da orientação sexual (o que é bem diferente), e
muito menos que tenha ocorrido uma mudança consciente, voluntária dessa
orientação.
No máximo ocorreu uma
experimentação e não uma mudança de orientação.
Aliás, outra ideia
importante da abordagem sexológica da homossexualidade, é a de que a orientação
sexual não é uma condição tão fixa como alguns pensam.
Dito de outro modo, alguns
heterossexuais pensam que não pode ocorrer nunca uma alteração da sua própria
orientação sexual, de modo a se tornarem homossexuais, e vice-versa.
A prática, porém, mostra
algo diferente.
Muitos heterossexuais se
tornaram homossexuais, em algum momento das suas vidas, e vice-versa.
O que ocorre, é que essa
mudança não é voluntária e consciente, concorrendo como disse, fatores
conjuntos no âmbito orgânico e psicológico (inconsciente), atrelados ou não a
fatores externos do ambiente e da vida.
Existe uma ideia
amplamente aceita na psicanálise e entre alguns sexólogos de que a constituição
psíquica humana é originalmente bissexual, de modo que o heterossexual mais
convicto possua dentro de si um homossexual reprimido, e o homossexual mais
“naturalizado” possua dentro de si um heterossexual igualmente recalcado.
Os mais otimistas já
chegaram a declarar que o futuro da sexualidade humana é a predominância da
bissexualidade em vários níveis, mas não precisamos chegar a tanto.
Basta sabermos que a
bissexualidade constitucional está dentro de nós, e ninguém está livre
realmente dessa condição, o que não implica na obrigatoriedade de sua
expressão, isto é, mesmo havendo tal disposição original na psique humana,
tanto um heterossexual como um homossexual podem passar a vida inteira sem
viver qualquer experiência dentro da orientação sexual contrária à sua própria.
Não há regras fixas nesse
âmbito, como alguns pensam.
Não se deve confundir essa
bissexualidade constitucional com a oposição arquetípica das noções de masculino
e feminino.
Aqui há uma confusão
essencial que deve ser extinta. Não há nenhuma regra fixa que indique que o
homem homossexual tenha que ser feminino ou vivencie um conflito entre o seu
lado masculino e feminino, assim, como não há nenhuma determinação que defina,
por exemplo, que a mulher homossexual tenha que ser masculinizada.
Do mesmo modo como há
homens homossexuais femininos (ou afeminados como se diz no senso comum), há
homens homossexuais que são completamente masculinos e bem resolvidos com isso
e não possuem qualquer traço de feminilidade, ou de conflito entre os seus
lados masculino e feminino interiores, sendo isso mais comum do que se pensa ou
se divulga, por exemplo, na mídia (essa sim, costuma apresentar personagens de
homens afeminados estereotipados e ridículos, mas isso é uma imagem falsa do
que realmente acontece).
O mesmo vale para mulheres
homossexuais.
Entre alguns homens
homossexuais o que os atraem é exatamente a possibilidade de interagirem
intimamente com outro homem tão másculo quanto eles mesmos, e o mesmo vale para
mulheres homossexuais.
E também há homens
homossexuais que querem se sentir como mulheres...
Como já disse, a
sexualidade humana é altamente complexa, diversa, multideterminada e variada.
Há poucas coisas nesse âmbito
que podem ser tomadas como uma regra fixa.
Nesse ponto, é importante
dizer, agora entrando no âmbito astrológico, que é um equívoco o que alguns
astrólogos fazem que é tentar encontrar algum tipo de conflito entre o
masculino (representado no horóscopo pelo Sol ou Marte) e o feminino (a Lua e
Vênus), no mapa astral de homossexuais que encontram.
Embora muitos casos possam
se encaixar nesse paradigma, não são todos os casos que dizem respeito a essa
dinâmica, que aliás nem é majoritária.
Outro funcionamento pode
estar a entrar em ação.
A homossexualidade é um
fenômeno tão complexo nas suas expressões quanto a heterossexualidade.
Nem todos os homossexuais
homens possuem uma inclinação para a feminilidade, e o mesmo vale para a
homossexualidade feminina que não implica obrigatoriamente numa masculinização
da mulher;
A orientação sexual não é
uma opção, uma escolha, voluntária e consciente, mas sim uma condição
determinada por predisposições biológicas, fatores inconscientes de ordem
psíquica e, mesmo, atuação de variáveis sociais e familiares.
Ninguém escolhe ser homo
ou heterossexual, mas escolhe apenas a forma como vai viver e reagir à sua
própria condicionalidade.
A orientação sexual não é
algo fixo e definitivo em ninguém.
No máximo posso falar de uma
estabilidade dessa orientação depois da fase da adolescência, mas tal
orientação pode estar sujeita a mutações, variações, devidas também a fatores
inconscientes psicológicos ou psicossociais.
Originalmente, há
evidências de que a constituição humana é bissexual, e o que chamamos de
heterossexualidade ou homossexualidade, nada mais é do que uma clivagem e uma
fixação num dos lados da paridade bissexual, com a expressão de uma orientação
e a repressão/recalque da expressão oposta.
O indivíduo que costumamos
chamar de bissexual, nada mais é do que alguém que, por fatores
não-voluntários, insisto, não realizou tal clivagem, e não reprimiu nenhum dos
dois lados dessa paridade.
A Psicanálise e a
Astrologia, juntas, podem dar alguma luz do porque que isso ocorre.
Tendo isso em mente, vou
expor e tentar refletir sobre a contribuição da sexólogia e astrólogia.
Mas, antes só preciso
fazer mais uma observação.
Sob o ponto de vista
antropológico, filosófico, e mesmo sexológico, as expressões homossexualidade,
heterossexualidade e bissexualidade já estão superadas. Essas palavras trazem
problemas conceituais nas suas implicações terminológicas.
Hoje fala se de relações homoeróticas ou
homoafetivas, e há todo um embelezamente filosófico, psicossocial e
antropológico para o uso dessas novas terminologias. Assim, acho válido apenas
pontuar que esse estudo astrológico possui uma validade relativa dentro de uma
certa perspectiva.
Não é uma verdade
absoluta, e nem nunca o poderia sê-lo!
Assim, segundo alguns
estudos apontam que na nossa sociedade 75% dos indivíduos desenvolvem
preferencialmente uma orientação heterossexual.
Os outros 25%, pelo menos
na adolescência, orientam-se para ter ocasionalmente, uma ou mais experiências
homossexuais, mas menos da metade será homossexual pelo resto da vida, de modo
que apenas 10% de indivíduos da população adulta se fixam numa orientação
totalmente homossexual.
Observa se que em todos
esses casos, a pessoa teve fases de experiências heterossexuais e só depois, se
teria a fixação de 10% da população na orientação homossexual.
O fundador da sexologia –
Alfred Charles Kinsey – encontrou uma estatística maior na população masculina
americana, em que constatou que 37% dessa amostra teve pelo menos uma
experiência homossexual.
Tudo isso indica que a percentagem
de indivíduos que tiveram contato com alguma experiência homossexual é maior do
que geralmente se pensa.
Outros estudos ao redor do
mundo mostram uma regularidade de 11% da população, em média em cada país, de
indivíduos que desenvolvem uma orientação homossexual fixa ou estável.
Deve haver uma razão que
explique essa constância...
Insisto na observação de
que, todos os casos de homossexualidade, em algum momento ou outro da vida,
vivenciaram fases de experiências heterossexuais.
Mas, há uma minoria de
homossexuais que já NASCEM COM ESSA ORIENTAÇÃO SEXUAL e não possuem nenhuma
vivência com a experiência heterossexual, e não vão viver isso.
Seriam os “Homossexuais
Naturais”, segundo a perspectiva astrológica.
Já nascem assim.
Não se confundam isso com
os “transsexuais” que também já nascem com uma constituição natural para essa
condição.
Um homem totalmente
masculino ou uma mulher totalmente feminina pode nascer um “homossexual
natural”, e esse indivíduo não terá nenhuma experiência heterossexual ao longo
de toda a sua vida.
É apenas isso que quero
dizer com a expressão “homossexual natural”.
Não precisa de ter nascido
com qualquer tendência para a transsexualidade...
Assim, um homem
“homossexual natural” pode ser totalmente masculino e não demonstrar nada da
sua condição existencial para o senso comum, e o mesmo vale para uma mulher
“homossexual natural”.
Do conjunto total de homossexuais
existentes, os ditos “homossexuais naturais” corresponderiam há uma minoria
dentro desse próprio contingente: aproximadamente apenas 5% de todos os
homossexuais.
Filosoficamente, a
existência dos “homossexuais naturais” não implica na negação da hipótese da
bissexualidade psíquica original como qualidade da natureza humana.
O Homossexual dito
“natural” não viverá uma experiência heterossexual de forma concreta, mas essa
experiência pode aparecer em produtos do inconsciente (como nos seus sonhos e
atos falhos), o que em termos psicanalíticos indica que a semelhança
heterossexual está recalcada em alguma parte da sua psique.
Ele também compartilha da
bissexualidade essencial (original) do ser humano, tanto quanto um
“heterossexual natural” também compartilharia, se essa denominação fizesse
algum sentido, o que não faz.
Em todo o caso, mantenho a
hipótese da bissexualidade psíquica original mesmo para os 75% de
heterossexuais que nunca realizaram uma experiência homossexual concreta
(heterossexuais “naturais”?), pois essa possibilidade permanece recalcada no
inconsciente, pelo menos em termos simbólicos.
Essa é uma hipótese filosófica,
sobre a essencialidade da natureza humana, e portanto também é um ponto de
vista, não demonstrável, tanto quanto seria a sua negação.
Digo isso, pois há
posições contrárias que negam até mesmo o conceito da existência de uma
essência humana, mas eu não sigo essa direção, que fique bem claro.
Para mim, o ser humano
possui uma essência, embora não seja rigidamente fixa, mas mutável, sendo
parcialmente construída, de um lado, e parcialmente predeterminada, de outro
lado, no momento e já antes do nascimento.
Se eu não acreditasse
nisso, eu não seria uma astróloga...
A Astrologia é uma
doutrina filosoficamente essencialista e construtivista-existencialista, ao
mesmo tempo.
Assim existe uma população
global, em que 75 % da população é heterossexual, e os 25% restantes já viveram
uma ou mais experiências homossexuais, mas apenas uma parcela se fixa na
orientação homossexual e se identificam como tais.
Em relação à população
global, eles formariam 11% de homossexuais com essa orientação estabelecida de
modo regular, e isso parece se manter em várias parte do mundo.
Mas, há uma pequena
percentagem que já nasce na orientação homossexual, sem nunca viver uma
experiência heterossexual concreta (embora possa ter ou sonhar com uma fantasia
heterossexual, em algum momento da vida).
Esses se somam à população
homossexual, e correspondem a apenas 5% desse total particular (não é 5% da
população global, mas sim 5% da população homossexual).
São uma minoria dentro de
outra minoria.
Há uma discussão entre
astrólogos sobre ser a orientação sexual um fator determinado por influências
astrais ou não.
Oras, se para mim é
notório que o movimento dos astros afetam as mais diversas áreas da vida
(biológica, psicológica, familiar e social), porque a orientação sexual que é
dependente de fatores biopsicossociais ficaria de fora do estudo astrológico?
O homem é um ser
bio-psico-sócio-espiritual-cósmico em toda a sua essencialidade, inclusive em
relação à sua orientação sexual.
É um ser cósmico, também,
pelo simples fato de estar inserido no Universo, com todas as suas complexas
relações e interconexões cósmicas.
Não há como fugir disso.
Não escolhemos a cor de
nossos olhos, cabelos, e pele. Não vejo problema existencial nenhum em aceitar
que a orientação sexual também não é uma escolha, mas é resultado da
determinação de várias forças, inclusive as astrológicas, todas em algum nível
de sinergia.
Acredito, que pelo menos
entre os homossexuais naturais, que já nascem com essa orientação, há fatores
de determinação astrológica.
“... é muito raro alguém
nascer homossexual.
Mas, não se pode rejeitar
a evidência:
Existem indivíduos,
raríssimos, é bem verdade (aproximadamente 5% de todos os homossexuais), que
parecem ter vindo ao mundo com uma orientação homossexual bastante definida.
Encontra se no seu tema astral
vários elementos planetários que, sem exceção, predispõem à homossexualidade”.
Será esse o caso, sempre
que o mapa astral contiver todos os seguintes elementos (ou pelo menos três
desses indicadores):
Vênus em conjunção ou em
oposição ao mesmo tempo a Urano e Netuno, desde que um desses planetas esteja a
ocupar o ascendente ou ainda a casa V ou XI.
A Lua em oposição ou em
conjunção com Vênus.
Netuno no ascendente, em
conjunção com o ascendente ou em oposição com ele.
O Sol em conjunção com
Urano ou em oposição a ele, o que pode corresponder também (mas não sempre) a
uma anomalia genética e, frequentemente, a órgãos sexuais pequenos ou mal desenvolvidos.
Isso não impede uma
atividade sexual normal, mas pode torná-la irregular.
A conjunção Sol-Plutão é
muito recorrente nos mapas astrais de homossexuais.
– Ter alguma coisa a 8º de
Carneiro
– Ter alguma coisa a 25º
de Leão
– Ter alguma coisa a 8º de
Balança
– Ter alguma coisa a 25º
de Aquário
– Estélliun em Gêmeos ou
Virgem
– Marte em Peixes
– Vênus na casa XII
– Netuno na casa V
– Vênus em quadratura com
Marte
– Vênus em quadratura com
Urano
– Vênus em mal aspecto com
Netuno
Por exemplo num mapa de
uma mulher médica homossexual, com a Lua no ascendente em oposição a Vênus,
esse em conjunção com Urano e em quadratura com Netuno e Marte, voltando a
encontrar nesse mapa a conjunção Sol-Plutão.
O mapa natal chama a
atenção a presença de um aspecto duro (tenso) entre a Vênus e Netuno, algo que
já vi em outro mapas de pessoas com tendências homoeróticas.
Bastaria a reunião dos
elementos planetários específicos que acabei de descrever e extremamente rara,
bastando a reunião de três desses elementos para se estar em presença daquilo
que se chama em astrologia um “homossexual natural”.
Um “homossexual natural”
tenderá a expressar essa tendência muito cedo na vida, e para ele essa será a
sua sexualidade normal.
Se tentar forçar se
adaptar ao padrão social dominante heterossexual (e isso pode muito bem
acontecer), a sua vida amorosa se mostrará cheia de armadilhas, sofrimentos e
complicações.
Terá escolhido um modo de
viver inteiramente contrário às suas tendências profundas, adquiridas já no
nascimento.
Numa mulher homossexual
natural os indicadores astrológicos são os mesmos, mas com o acréscimo de uma
oposição entre a Lua e Marte ou entre Marte e Netuno, ou ainda uma conjunção
desses astros.
Em astrologia, a
homossexualidade revela-se bem mais no plano da afetividade e da sensualidade
(Vênus) e do psiquismo (Lua) do que no da sexualidade e da genitalidade propriamente
dita (Marte).
Acrescenta-se ainda outras
formas de predisposição à homossexualidade, mais sutis, que se considera mais
como um “potencial bissexual”, onde a pessoa “opta” por exercer alguma
orientação homossexual, de maneira intermitente.
Nesse sentido, encontra-se
em temas de adolescentes indicadores marcados pela oposição Vênus-Urano,
Sol-Urano e Marte-Urano.
Aqui a contestação
adolescente se manifestaria mais claramente no âmbito erótico contra o status
quo heterossexual dominante.
Essa contestação
homossexual-bissexual, ocorreria até as idades dos 23 ou 25 anos, e é
acompanhada por expressões correlatadas na escolha de roupas, músicas e estilos
“mais agressivos” de vida.
Um “não-astrólogo” talvez
considere comum o surgimento desse tipo de contestação na fase adolescente, mas
para mim astróloga é notório que há algo mais nesse padrão.
Aliás, a observação de que
tal padrão comportamental dure até 23 ou 25 anos, mostra que essa “contestação”
parece demorar um pouco mais do que o esperado.
O comum (naquela faixa dos
25 % de homossexuais ocasionais) é surgir alguma experimentação homossexual
adolescente por volta dos 16 ou 18 anos, e isso parar por ali mesmo.
Mas, manter tal
“experimentação” até os 23 ou 25 anos, já é algo de outra natureza de expressão.
Há aí uma tendência,
indicada pelo mapa astral. Inclusive, observa-se que essas tendências ressurgem
por volta dos 40 anos.
Outra forma de
homossexualidade, mais serena, mais idealista, pode ser encontrada nos temas em
que Netuno e a Lua se acham em conjunção ou em oposição.
Esses parecem ser casos de
homossexualidade em que o aspecto psicológico é mais evidente, como resolução
do complexo de Édipo descrito por Freud na psicanálise. Geralmente se
desenvolve uma repugnância genital pelo sexo oposto (uma espécie de “nojo” pelo
órgão sexual oposto), e nos casos desequilibrados uma sedução pelas drogas e
pelo álcool.
Nos casos mais
equilibrados e não patológicos, desenvolve-se uma homossexualidade discreta,
feliz, serena, com um parceiro ou parceira estável.
Chama a atenção no mapa
astral as conjunções e aspectos duros como quadraturas e oposições.
Há um grupo de
homossexuais, que são mais “desligados” ou menos comprometidos afetivamente,
cujo tema de nascimento indica frequentemente um aspecto Vênus-Urano, em
oposição ou conjunção, aspecto tenso que pode ser amenizado se apoiado por
outras configurações harmônicas.
O Homossexual que quer
viver uma comunhão amorosa perfeita geralmente tem Netuno em conjunção com o
ascendente, (é fácil deduzir que isso deve se expandir para os casos que
envolvem aspectos duros entre Netuno e o ascendente;
eu mesmo conheço um caso
que envolve Netuno em oposição ao ascendente).
Nesse caso a possibilidade
de desilusão é igualmente maior.
A sublimação pode ocorrer,
quando a pessoa se dedica ao mundo das artes, o que lhe é altamente benéfico.
Assim, além dos 4
indicadores principais deve-se prestar atenção para:
Aspectos duros e
conjunções entre Urano (o planeta das contestações, que rompe com as regras e
limites sociais), e o Sol, Marte e/ou Vênus.
Conjunções e aspectos
duros entre a Lua e Netuno (homossexualidade mais afetiva e discreta), ou entre
Netuno e o Ascendente (uma homossexualidade muito idealista e com fantasias
românticas).
Conjunções e aspectos
duros entre Vênus e Urano, predizendo uma homossexualidade com afeto (Vênus),
mas também mais liberdade e desprendimento (Urano).
Vou citar um mapa que
conheço possuir três aspectos,. Esse mapa possui (1) Lua em conjunção com
Vênus, (2) Vênus em quadratura com Netuno e (3) Netuno em oposição com o
ascendente.
Além disso, Urano está na
Casa cinco, dos romances, quebrando todas as regras nesse assunto.
Vênus é o dispositor desse
Urano, fazendo aspecto com a Lua e Netuno.
Trata-se de uma
homossexualidade romântica e idealista, mesmo fantasiosa, tendente para
relacionamentos mais fixos.
Esse é um caso confirmado
de “homossexualidade natural”.
Aproveito para lhes falar
sobre, quais as possibilidades no seu mapa do Natal de vir a contrair a SIDA:
– Mercúrio Retrógrado
– Regente do Asc. entre
Plutão e Netuno
– Estélliun em Virgem
– Regente da casa XII em
qualquer aspecto com Júpiter
– Enquadramento do Asc.,
Netuno, Nódulo e Lua em qualquer posição
– Ter algum planeta a 16º
de Sagitário
Pensando no quanto é raro
ter todos esses aspectos numa única carta astral, e o quanto é minoritário o
percentual de homossexuais naturais na população, esses mapas podem dar o que
pensar sobre outro assunto a espiritualidade.
A Questão da Homossexualidade
na Espiritualidade
Para o mundo espiritual o
que conta é a manifestação do amor verdadeiro nos seus diversos graus e
matizes, seja pelo gênero humano a nível social mais amplo, seja familiar, seja
sexual, independente se homoafetivo ou heterosexual, o importanto para a
Espiritualidade são mais os valores como respeito e cumplicidade do que a opção
sexual dos envolvidos.
O espírito não possui
sexo, na verdade todo o espírito possui as duas polaridades, masculino e
feminina e devido ao atual estágio evolutivo dos espíritos que encarnam na
Terra, o espírito manifesta no decorrer das reencarnações ambas as polaridades,
através do gênero masculino e do gênero feminino, que se manifesta com órgãos
próprios no corpo astral e também no corpo físico.
Acontece em muitos casos
que o espírito reencarnante desenvolve demasiadamente uma das polaridades ou,
ainda, simplesmente tem grande preferência por determinada polaridade que,
nesse caso, não aceita ou não se sente plenamente confortável quando precisa
encarnar num corpo físico com o gênero sexual diferente daquele que desenvolveu
mais ou que tem uma preferência ou um apego demasiado.
Devido a isso, dependendo
do grau de inadequação, o espírito pode encarnar, por exemplo, num corpo
masculino, mas o seu perispírito ainda tem a forma feminina devido a tamanho
apego daquela forma (cultivada em encarnações anteriores) causando um intenso
fenômeno de ideoplastia durante o processo de gestação, nesses casos a pessoa
nasce a sentir que nasceu "no corpo errado", pois apesar de nesse
caso estar num corpo físico masculino, o seu corpo astral ainda é feminino,
causando na maioria dos casos o chamado transtorno de identidade de gênero.
Em outros casos, na grande
maioria, esse apego é mais brando, não tanto a nível astral na forma do
perispírito, mas em relação a determinada polaridade, fazendo com que o
espírito reencarnado não rejeite o seu corpo físico ou o seu gênero sexual, mas
tão somente sinta maior atração por pessoas do mesmo gênero sexual que o seu,
justamente por ainda sentir algum apego ou identificar-se mais com um gênero
sexual diferente daquele que encarnou, causando assim a manifestação da
sexualidade através do bissexualidade e da homossexualidade.
Como todo o espírito
precisa encarnar em ambos os gêneros, normalmente o espírito vai realizando a
transição de forma gradual, para que possa vivenciar certas experiências
próprias de determinado gênero (como a maternidade, por exemplo) sem maiores
traumas e possa, após as experiências nos dois gêneros, seguir uma linha
evolutiva mais ligada à determinada polaridade, até que consiga equilibrar
essas duas polaridades e não fique mais apegado a nenhuma delas, o que
normalmente ocorre quando o espírito atinge o estágio evolutivo que não precisa
mais reencarnar, ou seja, não precisa mais vivenciar experiências na carne,
pois em muitos mundos com certo grau de evolução e que a vida existe no plano
astral, a forma astral utilizada pelos espíritos não possui predominância
masculina ou feminina, pois nessas civilizações existe o amor divino e não o
amor sexual como conhecemos atualmente no atual estágio evolutivo da maioria da
humanidade, sendo que as trocas energéticas mais profundas e íntimas entre
espíritos com maior afinidade nessas civilizações ocorrem de forma diferente:
mais ampla e profunda, envolvendo os demais chacras e não apenas com a
predominância do chacra ligado a região sexual.
Tudo faz parte de um
processo evolutivo, que permite ao espírito libertar-se de apegos e limitações
em relação a todo o seu potencial energético, para que ele possa aprender e
trabalhar dentro de si essas duas polaridades que se complementam.
O que acontece em muitos
casos é que essa transição de gênero, entre uma encarnação e outra, em mundos
expiatórios como a Terra, pode acontecer pela via kármica (provação ou expiação
dependendo do caso), devido ao mau uso que a pessoa fez da sua sexualidade em
encarnações anteriores.
Nesses casos o espírito
encarna compulsoriamente num corpo
físico de gênero oposto ao qual ele estava acostumado a encarnar para vivenciar
uma provação ou expiação através de algum grau de inadequação sexual,
justamente com o intuito de aprender a respeitar e a valorizar a manifestação
sexual como forma de amor.
Por exemplo:
um espírito que há
diversas encarnações encarnava em um corpo físico masculino e tinha profunda
identificação com a polaridade masculina, manifesta essa polaridade através do
seu perispírito no gênero masculino, mas que em muitas encarnações abusou dessa
energia, causando dor e desilusão e vários abusos sobre mulheres encarnadas.
Nesse caso específico,
pela via kármica, esse espírito encarna compulsoriamente num corpo físico
feminino, mas como seu perispirito ainda está muito ligado ao gênero masculino,
ele mesmo encarnado num corpo feminino sentirá a atração sexual pelo mesmo sexo
físico, mas que em verdade é o seu oposto a nível astral, visto que uma
polaridade sempre procura se complementar através da outra a nível
energético.
Nesses casos kármicos, caso
o espírito encarnado que esteja nessa situação seja médium, ele pode sofrer o assédio
de obsessores e realizar vinganças pessoais ou a serviço de um grupo de
espíritos e realizar uma vingança
coletiva sobre aquele médium especificamente e nesses casos, de uma transição
compulsória e kármica.
Essa condição já está no
espírito encarnado desde o nascimento, podendo estar no máximo ainda latente,
sem ter aflorado e nesses casos o processo obsessivo apenas acelera o
afloramento desse resgate kármico.
O que ocorre de forma
muito comum em outros casos, que não são kármicos ou compulsórios é que durante
o processo de transição de gênero entre uma encarnação e outra, o espírito
encarna com algum grau de apego a determinada polaridade e gênero, sentindo-se
de alguma forma inadequado ao gênero do seu corpo físico (divergência entre a
prevalência de polaridade no perispírito e o gênero sexual no corpo físico) e
por isso inadequado a opção heterossexual e sendo, por exemplo, , possa sentir
maior afinidade em trabalhar com espíritos que se manifestam na polaridade
feminina, mas com a opção homoafetiva, da mesma forma que existem
heterossexuais sentirão maior afinidade em trabalhar com espíritos que se
manifestam na polaridade masculina.
Para a Espiritualidade
Superior o importante é que o espírito consiga desenvolver positivamente os
potenciais energéticos de ambas as polaridades e em ambos os gêneros,
livrando-se gradualmente de um apego a determinada polaridade ou forma
perispiritual ligada seja ao gênero feminino, seja ao gênero masculino.
Tantos nas encarnações
kármicas/compulsórias como nas transições graduais entre uma encarnação e outra
que não são de natureza kármica, devido a necessidade evolutiva da maioria dos
espíritos encarnados na Terra ainda necessitam manifestar um órgão sexual
masculino ou feminino, o que a Espiritualidade Superior deseja é utilizar a
grande força que a sexualidade exerce sobre a natureza humana terrestre para
motivar comportamentos melhores, não apenas no uso da própria sexualidade como na
utilização deste como manifestação do amor.
Dessa forma, não há por
parte dos espíritos superiores condenação quanto ao amor homoafetivo, mas tão
somente ao uso promíscuo da sexualidade, o sexo sem ligações afetivas e
emocionais tão somente para satisfazer os instintos primitivos, seja pela via
homossexual ou heterossexual, visto que a Espiritualidade deseja que a
humanidade utilize a razão justamente para canalizar esse impulso instintivo
para o crescimento emocional e dos sentimentos.
