77º programa " O mapa Astral do 25 de Abril" Nos Astros na Radio

O que nos pode indicar o Mapa Astrológico do 25 de Abril, em relação ao caminho de Portugal?

Como referencial da era democrática portuguesa iniciada em 1974, para que potenciais e desafios alerta?
Qual a sua validade para a fase que atravessamos hoje?
 “Ao som do rádio pela noite tranquila  (…):
- (25 de Abril) 0 horas 20 minutos : 
a canção censurada ‘Grândola Vila Morena’ de José Afonso, transmitida pela Rádio Renascença, é a senha escolhida pelo Movimento das Forças Armadas para confirmação da irreversibilidade das operações;(…)


O Mapa Astrológico (‘Grândola Vila Morena’) do 25 de Abril
Tinha nascido uma nova era para o país.
Acabara a ditadura e começara a Democracia. 
A atmosfera geral era de grande alegria, alívio e libertação, mas também de desconforto e incerteza pela situação colonial. 
Estes dois sentimentos são o expoente da manifestação do ciclo da esperança, Neptuno-Júpiter, na juventude transbordante, e do ciclo depressivo, Plutão-Saturno, em crise de concessão.
Em termos de rigor astrológico pode dizer-se que vários momentos podem ser considerados como mais simbólicos para a edificação do mapa da revolução, destacando-se dois em particular:
o momento ‘Grândola Vila Morena’ e o momento ‘ rendição do Governo’.
No entanto, o primeiro assume um carácter notoriamente emblemático, já que se tornou no meio popular o símbolo da revolução nascida ‘na madrugada de 25 de Abril’.
Para além disso, o mapa ‘Grândola Vila Morena’ é um retrato astrológico muito consistente, a nível técnico, da realidade portuguesa nascida em 25 de Abril de 1974.
O mapa apresenta uma grande força dos planetas benéficos, Júpiter e Vénus, e uma fraqueza dos planetas maléficos, Saturno e Marte.
Digamos que a revolução afirmou o reinado da alegria, da tolerância, da riqueza e do esbanjamento (dignidade de Júpiter em Peixes), a realização da liberdade (Urano no Meio-do-Céu) e a exaltação da paz, da arte e do amor (exaltação de Vénus), bem como o fim da guerra (Marte em queda), o fim do totalitarismo (queda de Plutão) e o exílio do governo repressor (exílio de Saturno).
A forte ênfase de Peixes na casa 3, posicionando os regentes do Ascendente, do Meio-do-Céu e da casa 5 em grande vitalização, enfatiza a expansão da pluralidade de expressão, seja política, filosófica, cultural ou artística como o grande impacto da revolução. 
De repente, toda a gente podia falar e expressar livremente todas as suas opiniões, gostos e pontos de vista.

Também se sublinha:
-          a abertura do país ao mundo numa atitude de desenvolvimento (ascendente Sagitário conjunto ao nodo norte) educacional, cultural e concorrencial (Júpiter na 3) numa aproximação aos países irmãos, em especial o Brasil, e aos vizinhos europeus (casa 3), voltada para a integração cultural (Peixes), pondo fim às políticas de isolacionismo internacional, conservadorismo educacional e protecionismo industrial do Estado Novo.
-          a democratização política, dado que os Governos (casa 10) parlamentares (Balança) veiculam a liberdade (Urano na 10)  passando a depender da pluralidade (Vénus, regente da 10, em Peixes) de opiniões populares (casa 3).
-          a grande transformação dos princípios e direitos fundamentais (Plutão na casa 9) expressos na Constituição para maior justiça (Balança) indo ao encontro das bases populares em geral  (Mercúrio, regente da 9, na 4 e trígono Plutão-Lua), das mulheres e da classe trabalhadora em particular (Lua na 6) 
– conquista do direito à associação sindical,  à greve, ao salário mínimo, ao subsídio de férias, etc., bem como direitos gerais ao trabalho, à saúde e educação, e direitos da mulher ao emprego, ao voto, à titularidade de contas bancárias, entre outros;
-          a  forte reestruturação económica  (Saturno, regente da 2) com nacionalizações e expropriações de empresas e bens de elites económicas (Marte, regente da 11) em prol do Governo popular e rural (Sol em Touro na casa 4, sextil a Marte e Saturno), por via da força e de uma transformação de direitos (Plutão na 9, quincúncio ao Sol, quadratura a Marte e Saturno);
-          a difícil resolução da  guerra colonial  (Marte e Saturno na casa 7, das relações com os outros países), após o derrube do regime e aceitação do direito à auto-determinação dos povos (quadratura de Plutão na 9), em que a crescente pressão da comunidade internacional, instabilidade interna, e dificuldades negociais precipitaram uma descolonização embaraçosa (Marte e Saturno em Caranguejo) para colonizador e colonizados;

O lema bradado no início do período revolucionário contemplaria estas vertentes, na que foi conhecida como estratégia dos ‘Três Dês:
“Democratizar, Desenvolver, Descolonizar”.
A nível da História este momento constitui o derradeiro ponto final na ligação conservadora ao império colonial começado a desenhar com a épica fase dos Descobrimentos.
Foi o fim de um império militar, territorial e, portanto, material para dar lugar a uma relação de expansão comercial, linguística, cultural, artística, amorosa, educacional e espiritual (Peixes na casa 3).
Baixaram as armas, abriram-se as mentalidades e os corações.
De salientar, ainda que:
Urano, significador de despertar, faz conjunção à estrela fixa Spica, associada à boa disposição, sorte e riqueza; Neptuno, significador de ideais,  está conjunto a Antares, associada à bravura, destruição e coragem;
a Lua, significadora da população, faz conjunção a Aldebaran, relacionada com acções eficazes e ganhos de riqueza súbitos mas não necessariamente duradouros.
Nas grandes configurações planetárias do mapa, é notório também o claro ímpeto exagerado, característico de fases Jupiterianas, veiculado pela embriaguez popular e socialista (Lua no t-quadrado com Júpiter-Neptuno) num claro desfasamento entre as capacidades de trabalho e serviço públicos (casa 6), os gastos e  excessos de transacção comercial (Júpiter na 3) e as fraudes de bastidores (Neptuno na 12).
Este padrão parece estar associado não só à fase imediata pós 25 de Abril, em que o ouro acumulado pelas rigorosas políticas do Estado Novo desapareceu num ápice para alimentar as novas condições salariais,  como também à fase de integração na União Europeia, com injecção dos fundos estruturais:
ambos permitiram ao país viver acima da eficiência e produtividade reais.
O povo agigantou-se (Júpiter quadratura à Lua) com vantagens ilusórias de trabalho e de dinheiro, o que mais tarde originou decepção geral e o atraso de uma administração pública com um tamanho desmedido, sendo financiada por terceiros.
Reparando também nos símbolos sabianos surge a mensagem para o Ascendente (23º Sagitário): ‘um grupo de imigrantes no momento em que atende aos requisitos de entrada num novo país‘, o que reflecte como auto-imagem nacional a transição colonial, preparação e entrada na UE.
A mensagem para o Meio-do-Céu (14º Balança) é:
‘no calor do meio-dia, um homem faz a sesta’, o que poderá sugerir governos e realizações pelo aproveitamento relaxado de oportunidades.
Na outra grande configuração planetária é também visível a reestruturação de poderes (Plutão quadratura Saturno) em que se processou a queda de governo, e um ajustamento gradual entre a posição dos militares na liderança governativa (Marte sextil ao Sol) em progressivas revisões constitucionais (figura de ajustamento, com Plutão quincúncio ao Sol, quadratura Marte).
Para além da questão da descolonização e transformação total da política externa, este padrão estará relacionado com a constitucionalização equilibrada de poderes jurídicos, governativos e militares, bem como com o ajustamento do quadro legal aos parâmetros internacionais (intercâmbio de casas 7 e 9 , envolvendo o Sol).
A posição do Sol (casa 4 em Touro) representa a importância da governação social, e da base rural, com consequências para a dinâmica de poder (interno e externo) e para o endividamento externo (Leão na 8).
A estrutura de produção e económica passa a depender da relação com os outros países (Saturno, regente da 2, na 7), tal como os organismos de governação e de defesa (Marte, regente da 11, na 7).
Isto é, houve uma transferência de poder para o exterior devido à desgovernação e à necessidade de crédito externo para o desenvolvimento.
A principal dificuldade, como evidenciado no mapa, é a problemática de relacionamentos com os outros países, que são os disciplinadores e repressores de Portugal (Marte e Saturno na 7, regentes da 2, 4 e 11).
É como se a população estivesse ‘mimada’ com condições insustentáveis e que, mais tarde, essa insustentabilidade financeira gerasse grande pressão por parte dos credores.
O país poderá sentir-se diminuído nas suas relações externas e confrontar-se com divergências graves de princípios de Estado, com os seus aliados (Plutão na 9 em quadratura).
A questão importante, neste âmbito, é a destruição e limpeza das alianças que forma, nas área institucional, financeira e de defesa, de maneira a estabelecer profunda confiança e sintonia de princípios de soberania. Caso contrário, poderá estar a aliar-se aos seus inimigos, que o castram.

Por outro lado, a grande preponderância da casa 3 está associada a toda a libertação da comunicação e pluralidade de expressão não só de teor político-partidário como também de carácter social (as revistas cor-de-rosa e as novelas brasileiras que, por exemplo, foram um fenómeno público), passando pela ligação entre desporto, espectáculo e política (Vénus rege a 10 e a 5, estando exaltada), e pelo desenvolvimento de auto-estradas, estradas, telecomunicações, centros comerciais, jornais e televisão. São temas de casa 3 que, em Peixes, têm particular afinidade com o audio-visual. A ênfase venusiana e pisciana do mapa também subentende a promessa da revolução feminina.
O mapa sugere Portugal como um palco de convergência da diversidade cultural no mundo, um centro de propaganda de paz e de valores universais, em especial com celebrações e manifestações desportivas, artísticas, religiosas e filosóficas.
O evento Expo-98 constitui um exemplo magnífico da concretização deste tipo de energias, sendo claramente a expressão de casa 3 do mapa do 25 de Abril com Vénus e Júpiter em Peixes:
a Exposição Universal dos Oceanos !
Um dos principais logotipos deste evento foi precisamente o golfinho sobre o mar azul, animal associado mitologicamente ao signo de Peixes.

Outro exemplo, mas numa dimensão mais polémica devido ao seu alto custo de oportunidade em termos de alternativas sociais, é a realização do Euro-2004, o Campeonato da Europa de Futebol. 
O seu logotipo,  o coração dourado com uma bola no interior, simboliza a união colectiva pelo desporto sendo portanto a manifestação de um valor universal de paz. Na perspectiva religiosa, Portugal é o local do santuário de Fátima, palco de grandes cerimónias e procissões. Na vertente arqueológica, por exemplo, tem o Vale de Foz-Côa, um grande património mundial.
A grande força de divulgação cultural também se pode manifestar com a expansão da literatura, da arte e da filosofia de Portugal pelo mundo.
Nesta linha, enquadra-se Saramago e Fernando Pessoa, como grandes expoentes nacionais.
Na interpretação mais optimista possível do mapa em questão, Portugal pode até ser um dia a voz para uma verdadeira mensagem espiritual ao mundo nos tempos futuros, no que poderá ser o apogeu do quarto ciclo da História de Portugal, os novos Descobrimentos.

Portugal – Depressão, Manifestação ou … Revolução?
O que se passa com Portugal?
Qual o sentido da recente manifestação que opôs massivamente a população ao governo, numa revolta contra uma medida considerada por quase todos como injusta e ineficaz?
O que a Astrologia tem a dizer sobre isto?
 O que esperar nos próximos tempos?
Confesso que estas questões suscitam respostas longas e complexas, se as vamos analisar do ponto de vista astrológico.
Já tive oportunidade de as desenvolver e explicar com detalhe, em programas anteriores.
Hoje, apresento aqui apenas um argumento, mas suficientemente claro para se entender um pouco mais este grande processo que vivemos.
Numa palavra, chama-se… Plutão.
Lembra-se aquele planeta que nos faz crescer, aquele que independentemente aquilo façamos, transforma e transformação doi…
Este planeta tão polémico e misterioso que conseguiu a proeza de ser despromovido da condição de planeta do sistema solar, pelos astrónomos, é representante universal daquilo que designamos como profundas crises.

Foi descoberto em 1930 num altura marcada pelo nascimento (e expansão) da energia nuclear, do fascismo, do crime organizado e, ainda, da psicanálise de Freud.
A aliar a estes factores maioritariamente “animadores”, juntou-se também a maior crise económica do séc. XX:
a Grande Depressão.
Esta recessão que implicou uma queda drástica dos preços, dos rendimentos, e do emprego – com graves implicações para o bem-estar das famílias durante anos – foi causado pela desregulação dos mercados bolsistas e bancários norte-americanos da altura e pela contração de emissão do dólar (algo que é controlado por grupos privados).
Ou seja, pode-se dizer que foi a primeira grande derrapagem do capitalismo, com impacto à escala mundial.
Genericamente, o processo de Plutão está associado, pela negativa, aos processos de poder subterrâneo (dúbios, corrupção) e manipulação de grandes riquezas e, pela positiva, aos processos de morte, limpeza e renascimento.
A proposta psicológica mais elevada deste astro é a de eliminar tudo o que não interessa para o nosso crescimento, tudo o que bloqueia a verdade e que acorrenta a nossa vontade.
Mesmo que seja um processo confrontativo, duro e radical, em que temos que ver os podres à nossa frente, para perceber que temos de limpá-los da nossa vida.
Globalmente o que vivemos como portugueses de 2011 até hoje é uma proposta de cura, em relação às nossas piores atitudes e tendências negligentes, os nossos câncros que são espelhados depois nos sucessivos maus governos que tivemos e na manipulação financeira dos mercados
– os sintomas.
No mapa da Fundação de Portugal
(Batalha de S. Mamede – 24 Junho 1128
– “a 1ª tarde de Portugal”),
o mais representativo da nação este astro encontra-se localizado em Touro, na Casa 8, o que simboliza a tendência do país para depender dos recursos alheios e, com isso, a sujeitar-se a crises económicas crónicas.
Desde que Plutão foi identificado em 1930, apenas realizou um trânsito verdadeiramente significativo no mapa de Portugal.
E quando foi? Em 1974-1975, quando cruzou o Ascendente Balança e, em simultâneo, a grande conjunção Saturno-Neptuno, representante do destino sagrado e crístico da nação.
Estamos todos recordados que esta foi a altura da revolução do 25 de Abril, com grandes consequências para a economia do país e para a nova constituição democrática.
Morreu um velho estado conservador e a guerra colonial; nacionalizaram-se bancos e empresas;
nasceu a liberdade de expressão.
Todas as estruturas e ideais de identidade do país foram transformados nesta altura, um período conturbado e com grandes custos, embora positivo no seu todo.
E atualmente, o que se passa?
Vivemos o segundo grande trânsito de Plutão, desde que foi descoberto, afetando agora mais diretamente as bases populares.
De 2011 até hoje , este astro cruza o Fundo-do-Céu, tradicionalmente associado ao povo, às propriedades e ao passado.
Nesta passagem, faz igualmente um movimento tenso a Saturno-Neptuno-Sol-Mercúrio, astros representantes dos líderes de Estado, envolvendo assim todo o país num processo de purga e catarse.
Energeticamente, é uma fase de um potencial transformativo semelhante ao do 25 de Abril.
Não é por acaso que no passado dia 15 de Setembro em 2012 aconteceu a maior manifestação pública de sempre, em Portugal.



Na prática, é uma fase de psicoterapia coletiva, que pede um grande mergulho de auto-consciência para que a população (casa 4) acorde e comece a assumir mais o seu poder, opondo-se a certos estilos de governação imaturos (Sol em Caranguejo).
Basicamente, trata-se de arrumar a casa, perceber os recursos com que contamos do passado histórico, requalificar o nosso território, percebendo também a relação que temos com as casas, propriedades imobiliárias e agricultura.
Do ponto de vista espiritual é, sem dúvida, uma grande oportunidade de confrontação com a sombra (em que medida temos sido corajosos e civicamente responsáveis, até aqui?) e crescer ( é o que pede o planeta plutão).
E que é possível acontecer mais, em concreto? Vai depender da nossa força de vontade para definitivamente acordar para a possibilidade de participarmos conscientemente nas decisões políticas e ativar o melhor de Plutão no Fundo-do-Céu em Capricórnio:
fazer renascer o país, comandado pelas bases, respeitando as tradições e os mais velhos.



A nossa nação tem um destino superior, mas que só é alcançado pelas vitórias de cada um, na busca da sua auto-superação e excelência individual, ao serviço da sociedade.
Felizmente, Portugal é mesmo um país protegido e abençoado.
É um projeto templário, um projeto divino e amoroso.
A sua História completa um Zodíaco inteiro, de 1128 a 2166.
Portanto, estamos a viver uma crise sim, bastante profunda, de 2011 até ao fim de 2015, mas não é certamente a primeira nem a última do país, ainda que possa ser a mais importante dos últimos 38 anos.
É uma crise plutónica moderna que advém da nossa psicose coletiva de desresponsabilização cívica, social e política durante os últimos anos, acentuada pela nossa participação em sistemas monetários e financeiros pouco transparentes e desequilibrados, que importa reformar, transformar ou mesmo liquidar.
O Regresso de D. Sebastião em 2015
Quem representa na atualidade o mito de D. Sebastião regressado?
E o que significa esse mito nacional?
Será que o “Desejado” já voltou?
Que esplendor se pode esperar dos portugueses nesta época de caos mundial?

Recorda-se seguramente da escola , o mito histórico da nossa nação:
“o regresso de El-Rei D. Sebastião numa manhã de nevoeiro e, com ele, o retorno a uma época tão gloriosa como foram os Descobrimentos.”
Mas será que esta lenda tem alguma correspondência concreta com a realidade da nossa nação e o seu propósito no mundo, hoje?
Vejamos;
1 – Será que a História de Portugal tem algum sentido, lógica ou estrutura definida?
Incrivelmente, a resposta é afirmativa.
Apresento-lhe aqui as ideias abreviadas.
A nossa História segue um ciclo antigo da Astrologia
– de 256 anos.
O primeiro ciclo correspondeu à infância do país (1124-1384: 1ª dinastia).
O segundo ciclo à juventude do país (1384-1640: 2ª e 3ª dinastias).
O terceiro ciclo à maturidade (1640-1896/1910: 4ª dinastias).
O quarto ciclo à sabedoria (1896/1910 a 2166).



Cada ciclo segue, por sua vez, várias sub-fases.
Por exemplo, fases de 64 anos (infância, juventude, maturidade, sabedoria) ou fases de 83 anos (3 signos zodiacais).
Já falei sobre o assuntos no inicio do ano, nos programas de previsões.
Nesta altura, enquanto República (o quarto ciclo de vida), Portugal está a chegar à fase de  maturidade, mesmo no fim da sua juventude.
Que é como quem diz, a começar a ter juízo e tornar-se autónomo em relação à mesada dos pais (financiamento da União Europeia).
Nesta mesma sub-fase, mais concretamente desde 1981 até 2067, Portugal está também na sua fase zodiacal de Aquário que tem como espelho a fase Leão que correspondeu ao auge dos Descobrimentos.
A fase Aquário representa, entre outras coisas, a democracia e integração na União Europeia, numa época mundial de grande desenvolvimento das telecomunicações.

2 – O que tem isto a ver com o regresso de D. Sebastião?

Tudo.
Primeiro, porque estamos a chegar a uma época de culminação cultural do nosso país (de 1024 a 2038) o auge do quarto ciclo da nossa História enquanto país definido e autónomo.
Para termos uma noção:
o auge do primeiro ciclo correspondeu à conquista do Algarve;
o auge do segundo ciclo à chegada à Índia;
o auge do terceiro ciclo à reforma Pombalina.
Momentos de clímax na expansão territorial ou cultural.
Segundo, porque D. Sebastião nasceu sob os signos solar e ascendente em Aquário estando, portanto, duplamente ligado a este arquétipo zodiacal.
A acontecer um regresso simbólico de D. Sebastião, faz todo o sentido que seja na fase Aquário da História de Portugal, altura em que também se inicia a Era de Aquário mundial (esta mais intensamente a partir de 2011-2012).

3 – O que significa na prática o retorno de D. Sebastião?
O regresso do Rei pode ser interpretado a um nível muito literal, como a coroação mundial de um indivíduo português de um valor, poder e genialidade inquestionáveis, por forma a motivar a auto-estima e confiança de todo o  país.

Esse Rei teria que ser conhecido e reconhecido em todo o mundo, levando a bandeira de Portugal e a cultura portuguesa para todos os cantos do mundo, ajudando simultaneamente à pacificação e educação internacionais.
No entanto, o regresso do Rei também deve ser interpretado a um nível mais geral e esotérico, como um movimento coletivo de génese portuguesa, em que são descobertos e revelados tesouros intelectuais e culturais de grande importância para a humanidade.
Entre esses tesouros, podemos considerar descobertas científicas, obras de arte, criações literárias, por exemplo, de extraordinária qualidade.
Digamos que os novos Descobrimentos não estão relacionados com tesouros materiais exteriores, mas com tesouros intelectuais e humanos de excelência, que permitam a unificação do globo em torno de valores comuns.
É esta a essência da missão sebastiânica dos portugueses:
tornarem-se eles próprios tesouros, pelas características únicas da sua espécie e, fundamentalmente, pelas obras fantásticas que realizam, promovendo assim a evolução do mundo.

4 – Quais as evidências concretas do regresso de D. Sebastião?
Existem evidências do regresso do Encoberto num sentido mais geral e subtil, com o reconhecimento internacional do trabalho e genialidade de alguns portugueses de eleição.
Mas existe também o D. Sebastião, num sentido mais popular e simples.
Para que o D. Sebastião fosse reconhecido em toda a parte do mundo, pelas suas competências e poder real, teria que ser uma figura altamente mediática.
Por outro lado, qual é a atividade mais mediática do mundo?
Um palco que cativa a atenção da população mundial, letrados e iletrados.
Dificilmente seria a política, a filosofia ou a literatura porque estas áreas não atraem a maioria dos portugueses.
– chamados de povo.
Queiramos ou não, a área profissional mais mediática no mundo ocidental (já deve ter adivinhado)
é o… futebol.
Faz sentido que, para regressar, o “Rei” tenha surgido na profissão mais divulgada e que mais atrai multidões.

E quem é então o “Encoberto”, num sentido mais elementar?
Aquele que veio de uma ilha e que foi coroado na mesma idade com que El-Rei D. Sebastião morreu – aos 24 anos – o melhor jogador do mundo.
Alguém que tem, por “coincidência” o mesmo signo solar (Aquário) e lunar (Leão) que o Rei desaparecido!
Um indivíduo que se pode considerar hoje em dia como um imperador do mundo moderno, o embaixador de Portugal na comunidade internacional
– o português mais famoso de sempre.
Estamos obviamente a falar de Cristiano Ronaldo.
Um símbolo do que o mito de D. Sebastião representa:
a excelência profissional e genialidade além fronteiras, ultrapassando todos os limites antes fixados, através da determinação mental e força de vontade.
Custa-lhe a acreditar?
Peço-lhe que reflita honestamente nestas evidências que referi, sem preconceitos.
Não acha que são coincidências a mais?
Até porque o Rei morreu jovem, é justo que regresse e seja reconhecido nessa mesma condição.
5 – Quais as outras manifestações do Sebastianismo?

Existem outros D. Sebastiões evidentes, até no próprio futebol, como José Mourinho.
E não será por acaso que dois dos melhores profissionais do desporto-rei, desde sempre, sejam portugueses.
Já reparou que os portugueses se distinguem facilmente pela qualidade do seu trabalho quando são submetidos a provas no exterior, fora do nosso pais?
Veja a engenharia, a biologia, a medicina, entre tantas outras áreas.
Podemos recordar, por exemplo, na literatura génios como José Saramago e Lobo Antunes;
na neurociência, António Damásio;
na arquitetura, Siza Vieira e Souto Moura;
na medicina, Egas Moniz; na música,
Amália; entre tantos outros.
Muitos jovens portugueses estão atualmente a dar cartas internacionalmente, em tantas áreas diferentes, desde o humor, ao espetáculo e a literatura.
E é nisso que os portugueses deveriam acreditar:
na sua capacidade de trabalho e criatividade, quando se empenham a sério, mesmo que as condições exteriores (como a “crise”) pareçam muito adversas.
Por mares nunca dantes navegados e por tempestades nunca dantes vencidas.
Obras de génios como Agostinho da Silva e Fernando Pessoa retratam a visão deste património cultural
– o Sebastianismo
– como um tesouro psicológico de um valor imenso, porque representa as sementes da Fé, da Criatividade e da Coragem que cada português contém em si.
Na verdade, cada português é um D. Sebastião em potência e os seus compatriotas mais prestigiados são apenas exemplos da capacidade de realização e mestria que cada português trabalhador pode almejar.
Em suma, como já tinha dito em programas anteriores , 2015 traz propostas de Fogo que incentivarão a coragem, o poder pessoal, a autonomia e a fé para tomadas de decisão mais arrojadas na vida.
Essas decisões poderão significar mais empreendedorismo, internacionalização e cortes com o passado, no sentido de maior libertação pessoal.
É um ano bastante “Crístico”, em que a moralização pública e política se tornarão mais evidentes.
Em destaque, estará a evidência cada vez maior do fim do capitalismo e da necessidade de se criarem novas identidades e lideranças políticas.
O ciclo económico mundial será tendencialmente contrativo, mas com uma abertura maior dos mercados e sinais de maior evolução tecnológica (no domínio dos transportes aéreos, telecomunicações, e energias renováveis).
Posso assim caracterizar o ano de 2015 como potencialmente mais “espiritual” e educativo, com quebras de ritmo, renovações políticas e ainda bastante instabilidade mundial em termos financeiros.
Ainda assim, no geral, haverá certamente razões para maior esperança na capacidade humana para resolver os problemas complexos que envolvem a sociedade.
Bom se assim o quiser.
Muito é possível fazer ainda, por nós e pelo mundo!
Em tantas áreas, em tantos domínios, sermos melhores do que fomos antes…
a cada dia mais fortes, mais competentes, mais brilhantes.
Ser Português é uma sorte, um privilégio divino, pela magia e sacralidade com que toda a nossa História foi concebida.
Por isso, mãos à obra, com Vontade, Inteligência e Amor.
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