O que nos pode indicar o
Mapa Astrológico do 25 de Abril, em relação ao caminho de Portugal?
Como referencial da era
democrática portuguesa iniciada em 1974, para que potenciais e desafios alerta?
Qual a sua validade para a
fase que atravessamos hoje?
“Ao som do rádio pela noite tranquila
(…):
- (25 de Abril) 0
horas 20 minutos :
a canção censurada
‘Grândola Vila Morena’ de José Afonso, transmitida pela Rádio Renascença, é a
senha escolhida pelo Movimento das Forças Armadas para confirmação da irreversibilidade
das operações;(…)
O Mapa Astrológico
(‘Grândola Vila Morena’) do 25 de Abril
Tinha nascido uma nova era
para o país.
Acabara a ditadura e
começara a Democracia.
A atmosfera geral era de
grande alegria, alívio e libertação, mas também de desconforto e incerteza pela
situação colonial.
Estes dois sentimentos são
o expoente da manifestação do ciclo da esperança, Neptuno-Júpiter, na
juventude transbordante, e do ciclo depressivo, Plutão-Saturno, em crise
de concessão.
Em termos de rigor astrológico
pode dizer-se que vários momentos podem ser considerados como mais simbólicos
para a edificação do mapa da revolução, destacando-se dois em particular:
o momento ‘Grândola Vila
Morena’ e o momento ‘ rendição do Governo’.
No entanto, o primeiro
assume um carácter notoriamente emblemático, já que se tornou no meio popular o
símbolo da revolução nascida ‘na madrugada de 25 de Abril’.
Para além disso, o mapa
‘Grândola Vila Morena’ é um retrato astrológico muito consistente, a nível
técnico, da realidade portuguesa nascida em 25 de Abril de 1974.
O mapa apresenta uma
grande força dos planetas benéficos, Júpiter e Vénus, e uma fraqueza dos
planetas maléficos, Saturno e Marte.
Digamos que a revolução
afirmou o reinado da alegria, da tolerância, da riqueza e do esbanjamento
(dignidade de Júpiter em Peixes), a realização da liberdade (Urano no
Meio-do-Céu) e a exaltação da paz, da arte e do amor (exaltação de Vénus), bem
como o fim da guerra (Marte em queda), o fim do totalitarismo (queda de Plutão)
e o exílio do governo repressor (exílio de Saturno).
A forte ênfase de Peixes
na casa 3, posicionando os regentes do Ascendente, do Meio-do-Céu e da casa 5
em grande vitalização, enfatiza a expansão da pluralidade de expressão,
seja política, filosófica, cultural ou artística como o grande impacto da
revolução.
De repente, toda a gente
podia falar e expressar livremente todas as suas opiniões, gostos e pontos de
vista.
Também se sublinha:
- a
abertura do país ao mundo numa atitude de desenvolvimento (ascendente
Sagitário conjunto ao nodo norte) educacional, cultural e
concorrencial (Júpiter na 3) numa aproximação aos países irmãos, em
especial o Brasil, e aos vizinhos europeus (casa 3), voltada para a integração
cultural (Peixes), pondo fim às políticas de isolacionismo internacional,
conservadorismo educacional e protecionismo industrial do Estado Novo.
- a
democratização política, dado que os Governos (casa 10) parlamentares (Balança)
veiculam a liberdade (Urano na 10) passando a depender da pluralidade
(Vénus, regente da 10, em Peixes) de opiniões populares (casa 3).
- a
grande transformação dos princípios e direitos fundamentais (Plutão na
casa 9) expressos na Constituição para maior justiça (Balança) indo ao encontro
das bases populares em geral (Mercúrio, regente da 9, na 4 e trígono
Plutão-Lua), das mulheres e da classe trabalhadora em particular (Lua na
6)
– conquista do direito à
associação sindical, à greve, ao salário mínimo, ao subsídio de férias,
etc., bem como direitos gerais ao trabalho, à saúde e educação, e direitos da
mulher ao emprego, ao voto, à titularidade de contas bancárias, entre outros;
- a
forte reestruturação económica (Saturno, regente da 2) com
nacionalizações e expropriações de empresas e bens de elites económicas (Marte,
regente da 11) em prol do Governo popular e rural (Sol em Touro na casa 4,
sextil a Marte e Saturno), por via da força e de uma transformação de direitos
(Plutão na 9, quincúncio ao Sol, quadratura a Marte e Saturno);
- a
difícil resolução da guerra colonial (Marte e Saturno na casa 7,
das relações com os outros países), após o derrube do regime e aceitação do
direito à auto-determinação dos povos (quadratura de Plutão na 9), em que a
crescente pressão da comunidade internacional, instabilidade interna, e
dificuldades negociais precipitaram uma descolonização embaraçosa (Marte e
Saturno em Caranguejo) para colonizador e colonizados;
O lema bradado no início
do período revolucionário contemplaria estas vertentes, na que foi conhecida
como estratégia dos ‘Três Dês:
“Democratizar,
Desenvolver, Descolonizar”.
A nível da História este
momento constitui o derradeiro ponto final na ligação conservadora ao império
colonial começado a desenhar com a épica fase dos Descobrimentos.
Foi o fim de um império
militar, territorial e, portanto, material para dar lugar a uma relação de
expansão comercial, linguística, cultural, artística, amorosa, educacional e
espiritual (Peixes na casa 3).
Baixaram as armas,
abriram-se as mentalidades e os corações.
De salientar, ainda que:
Urano, significador de
despertar, faz conjunção à estrela fixa Spica, associada à boa disposição,
sorte e riqueza; Neptuno, significador de ideais, está conjunto a
Antares, associada à bravura, destruição e coragem;
a Lua, significadora da
população, faz conjunção a Aldebaran, relacionada com acções eficazes e ganhos
de riqueza súbitos mas não necessariamente duradouros.
Nas grandes configurações
planetárias do mapa, é notório também o claro ímpeto
exagerado, característico de fases Jupiterianas, veiculado pela embriaguez
popular e socialista (Lua no t-quadrado com Júpiter-Neptuno) num claro
desfasamento entre as capacidades de trabalho e serviço públicos (casa 6), os
gastos e excessos de transacção comercial (Júpiter na 3) e as fraudes de
bastidores (Neptuno na 12).
Este padrão parece estar
associado não só à fase imediata pós 25 de Abril, em que o ouro acumulado pelas
rigorosas políticas do Estado Novo desapareceu num ápice para alimentar as
novas condições salariais, como também à fase de integração na União
Europeia, com injecção dos fundos estruturais:
ambos permitiram ao país
viver acima da eficiência e produtividade reais.
O povo agigantou-se
(Júpiter quadratura à Lua) com vantagens ilusórias de trabalho e de dinheiro, o
que mais tarde originou decepção geral e o atraso de uma administração pública
com um tamanho desmedido, sendo financiada por terceiros.
Reparando também nos
símbolos sabianos surge a mensagem para o Ascendente (23º Sagitário): ‘um
grupo de imigrantes no momento em que atende aos requisitos de entrada num novo
país‘, o que reflecte como auto-imagem nacional a transição colonial,
preparação e entrada na UE.
A mensagem para o
Meio-do-Céu (14º Balança) é:
‘no calor do meio-dia, um
homem faz a sesta’, o que poderá sugerir governos e realizações pelo
aproveitamento relaxado de oportunidades.
Na outra grande
configuração planetária é também visível a reestruturação de poderes (Plutão
quadratura Saturno) em que se processou a queda de governo, e um ajustamento
gradual entre a posição dos militares na liderança governativa (Marte sextil ao
Sol) em progressivas revisões constitucionais (figura de ajustamento, com Plutão
quincúncio ao Sol, quadratura Marte).
Para além da questão da
descolonização e transformação total da política externa, este padrão estará
relacionado com a constitucionalização equilibrada de poderes jurídicos,
governativos e militares, bem como com o ajustamento do quadro legal aos
parâmetros internacionais (intercâmbio de casas 7 e 9 , envolvendo o Sol).
A posição do Sol (casa 4
em Touro) representa a importância da governação social, e da base rural,
com consequências para a dinâmica de poder (interno e externo) e para o
endividamento externo (Leão na 8).
A estrutura de produção e
económica passa a depender da relação com os outros países (Saturno, regente da
2, na 7), tal como os organismos de governação e de defesa (Marte, regente da
11, na 7).
Isto é, houve uma
transferência de poder para o exterior devido à desgovernação e à necessidade
de crédito externo para o desenvolvimento.
A principal dificuldade,
como evidenciado no mapa, é a problemática de relacionamentos com os outros
países, que são os disciplinadores e repressores de Portugal (Marte e
Saturno na 7, regentes da 2, 4 e 11).
É como se a população
estivesse ‘mimada’ com condições insustentáveis e que, mais tarde, essa
insustentabilidade financeira gerasse grande pressão por parte dos credores.
O país poderá sentir-se
diminuído nas suas relações externas e confrontar-se com divergências graves de
princípios de Estado, com os seus aliados (Plutão na 9 em quadratura).
A questão importante,
neste âmbito, é a destruição e limpeza das alianças que forma, nas área
institucional, financeira e de defesa, de maneira a estabelecer profunda
confiança e sintonia de princípios de soberania. Caso contrário, poderá estar a
aliar-se aos seus inimigos, que o castram.
Por outro lado, a grande
preponderância da casa 3 está associada a toda a libertação da comunicação e
pluralidade de expressão não só de teor político-partidário como também de
carácter social (as revistas cor-de-rosa e as novelas brasileiras que, por
exemplo, foram um fenómeno público), passando pela ligação entre desporto,
espectáculo e política (Vénus rege a 10 e a 5, estando exaltada), e pelo
desenvolvimento de auto-estradas, estradas, telecomunicações, centros
comerciais, jornais e televisão. São temas de casa 3 que, em Peixes, têm particular
afinidade com o audio-visual. A ênfase venusiana e pisciana do mapa também
subentende a promessa da revolução feminina.
O mapa
sugere Portugal como um palco de convergência da diversidade cultural no
mundo, um centro de propaganda de paz e de valores universais, em especial com
celebrações e manifestações desportivas, artísticas, religiosas e filosóficas.
O evento Expo-98 constitui
um exemplo magnífico da concretização deste tipo de energias, sendo claramente
a expressão de casa 3 do mapa do 25 de Abril com Vénus e Júpiter em Peixes:
a Exposição Universal dos
Oceanos !
Um dos principais
logotipos deste evento foi precisamente o golfinho sobre o mar azul, animal
associado mitologicamente ao signo de Peixes.
Outro exemplo, mas numa
dimensão mais polémica devido ao seu alto custo de oportunidade em termos de
alternativas sociais, é a realização do Euro-2004, o Campeonato da Europa de
Futebol.
O seu logotipo, o
coração dourado com uma bola no interior, simboliza a união colectiva pelo
desporto sendo portanto a manifestação de um valor universal de paz. Na
perspectiva religiosa, Portugal é o local do santuário de Fátima, palco de
grandes cerimónias e procissões. Na vertente arqueológica, por exemplo, tem o
Vale de Foz-Côa, um grande património mundial.
A grande força de
divulgação cultural também se pode manifestar com a expansão da literatura, da
arte e da filosofia de Portugal pelo mundo.
Nesta linha, enquadra-se
Saramago e Fernando Pessoa, como grandes expoentes nacionais.
Na interpretação mais
optimista possível do mapa em questão, Portugal pode até ser um dia a voz para
uma verdadeira mensagem espiritual ao mundo nos tempos futuros, no que poderá
ser o apogeu do quarto ciclo da História de Portugal, os novos Descobrimentos.
Portugal – Depressão,
Manifestação ou … Revolução?
O que se passa com
Portugal?
Qual o sentido da recente
manifestação que opôs massivamente a população ao governo, numa revolta contra
uma medida considerada por quase todos como injusta e ineficaz?
O que a Astrologia tem a
dizer sobre isto?
O que esperar nos próximos tempos?
Confesso que estas
questões suscitam respostas longas e complexas, se as vamos analisar do ponto
de vista astrológico.
Já tive oportunidade de as
desenvolver e explicar com detalhe, em programas anteriores.
Hoje, apresento aqui
apenas um argumento, mas suficientemente claro para se entender um pouco mais
este grande processo que vivemos.
Numa palavra, chama-se…
Plutão.
Lembra-se aquele planeta
que nos faz crescer, aquele que independentemente aquilo façamos, transforma e
transformação doi…
Este planeta tão polémico
e misterioso que conseguiu a proeza de ser despromovido da condição de planeta
do sistema solar, pelos astrónomos, é representante universal daquilo que
designamos como profundas crises.
Foi descoberto em 1930 num
altura marcada pelo nascimento (e expansão) da energia nuclear, do fascismo, do
crime organizado e, ainda, da psicanálise de Freud.
A aliar a estes factores
maioritariamente “animadores”, juntou-se também a maior crise económica do séc.
XX:
a Grande Depressão.
Esta recessão que implicou
uma queda drástica dos preços, dos rendimentos, e do emprego – com graves
implicações para o bem-estar das famílias durante anos – foi causado pela
desregulação dos mercados bolsistas e bancários norte-americanos da altura e
pela contração de emissão do dólar (algo que é controlado por grupos privados).
Ou seja, pode-se dizer que
foi a primeira grande derrapagem do capitalismo, com impacto à escala mundial.
Genericamente, o processo
de Plutão está associado, pela negativa, aos processos de poder subterrâneo
(dúbios, corrupção) e manipulação de grandes riquezas e, pela positiva, aos
processos de morte, limpeza e renascimento.
A proposta psicológica
mais elevada deste astro é a de eliminar tudo o que não interessa para o nosso
crescimento, tudo o que bloqueia a verdade e que acorrenta a nossa vontade.
Mesmo que seja um processo
confrontativo, duro e radical, em que temos que ver os podres à nossa frente,
para perceber que temos de limpá-los da nossa vida.
Globalmente o que vivemos
como portugueses de 2011 até hoje é uma proposta de cura, em relação às nossas
piores atitudes e tendências negligentes, os nossos câncros que são espelhados
depois nos sucessivos maus governos que tivemos e na manipulação financeira dos
mercados
– os sintomas.
No mapa da Fundação de
Portugal
(Batalha de S. Mamede – 24
Junho 1128
– “a 1ª tarde de
Portugal”),
o mais representativo da
nação este astro encontra-se localizado em Touro, na Casa 8, o que simboliza a
tendência do país para depender dos recursos alheios e, com isso, a sujeitar-se
a crises económicas crónicas.
Desde que Plutão foi
identificado em 1930, apenas realizou um trânsito verdadeiramente significativo
no mapa de Portugal.
E quando foi? Em
1974-1975, quando cruzou o Ascendente Balança e, em simultâneo, a grande
conjunção Saturno-Neptuno, representante do destino sagrado e crístico da
nação.
Estamos todos recordados
que esta foi a altura da revolução do 25 de Abril, com grandes consequências
para a economia do país e para a nova constituição democrática.
Morreu um velho estado
conservador e a guerra colonial; nacionalizaram-se bancos e empresas;
nasceu a liberdade de
expressão.
Todas as estruturas e
ideais de identidade do país foram transformados nesta altura, um período
conturbado e com grandes custos, embora positivo no seu todo.
E atualmente, o que se
passa?
Vivemos o segundo grande
trânsito de Plutão, desde que foi descoberto, afetando agora mais diretamente
as bases populares.
De 2011 até hoje , este
astro cruza o Fundo-do-Céu, tradicionalmente associado ao povo, às propriedades
e ao passado.
Nesta passagem, faz
igualmente um movimento tenso a Saturno-Neptuno-Sol-Mercúrio, astros
representantes dos líderes de Estado, envolvendo assim todo o país num processo
de purga e catarse.
Energeticamente, é uma
fase de um potencial transformativo semelhante ao do 25 de Abril.
Não é por acaso que no
passado dia 15 de Setembro em 2012 aconteceu a maior manifestação pública de
sempre, em Portugal.
Na prática, é uma fase de
psicoterapia coletiva, que pede um grande mergulho de auto-consciência para que
a população (casa 4) acorde e comece a assumir mais o seu poder, opondo-se a
certos estilos de governação imaturos (Sol em Caranguejo).
Basicamente, trata-se de
arrumar a casa, perceber os recursos com que contamos do passado histórico,
requalificar o nosso território, percebendo também a relação que temos com as
casas, propriedades imobiliárias e agricultura.
Do ponto de vista
espiritual é, sem dúvida, uma grande oportunidade de confrontação com a sombra
(em que medida temos sido corajosos e civicamente responsáveis, até aqui?) e
crescer ( é o que pede o planeta plutão).
E que é possível acontecer
mais, em concreto? Vai depender da nossa força de vontade para definitivamente
acordar para a possibilidade de participarmos conscientemente nas decisões
políticas e ativar o melhor de Plutão no Fundo-do-Céu em Capricórnio:
fazer renascer o país,
comandado pelas bases, respeitando as tradições e os mais velhos.
A nossa nação tem um
destino superior, mas que só é alcançado pelas vitórias de cada um, na busca da
sua auto-superação e excelência individual, ao serviço da sociedade.
Felizmente, Portugal é
mesmo um país protegido e abençoado.
É um projeto templário, um
projeto divino e amoroso.
A sua História completa um
Zodíaco inteiro, de 1128 a 2166.
Portanto, estamos a viver
uma crise sim, bastante profunda, de 2011 até ao fim de 2015, mas não é
certamente a primeira nem a última do país, ainda que possa ser a mais
importante dos últimos 38 anos.
É uma crise plutónica
moderna que advém da nossa psicose coletiva de desresponsabilização cívica,
social e política durante os últimos anos, acentuada pela nossa participação em
sistemas monetários e financeiros pouco transparentes e desequilibrados, que
importa reformar, transformar ou mesmo liquidar.
O Regresso de D. Sebastião
em 2015
Quem representa na
atualidade o mito de D. Sebastião regressado?
E o que significa esse
mito nacional?
Será que o “Desejado” já
voltou?
Que esplendor se pode
esperar dos portugueses nesta época de caos mundial?
Recorda-se seguramente da escola
, o mito histórico da nossa nação:
“o regresso de El-Rei D.
Sebastião numa manhã de nevoeiro e, com ele, o retorno a uma época tão gloriosa
como foram os Descobrimentos.”
Mas será que esta lenda
tem alguma correspondência concreta com a realidade da nossa nação e o seu
propósito no mundo, hoje?
Vejamos;
1 – Será que a História de
Portugal tem algum sentido, lógica ou estrutura definida?
Incrivelmente, a resposta
é afirmativa.
Apresento-lhe aqui as
ideias abreviadas.
A nossa História segue um
ciclo antigo da Astrologia
– de 256 anos.
O primeiro ciclo
correspondeu à infância do país (1124-1384: 1ª dinastia).
O segundo ciclo à
juventude do país (1384-1640: 2ª e 3ª dinastias).
O terceiro ciclo à
maturidade (1640-1896/1910: 4ª dinastias).
O quarto ciclo à sabedoria
(1896/1910 a 2166).
Cada ciclo segue, por sua
vez, várias sub-fases.
Por exemplo, fases de 64
anos (infância, juventude, maturidade, sabedoria) ou fases de 83 anos (3 signos
zodiacais).
Já falei sobre o assuntos
no inicio do ano, nos programas de previsões.
Nesta altura, enquanto
República (o quarto ciclo de vida), Portugal está a chegar à fase de maturidade, mesmo no fim da sua juventude.
Que é como quem diz, a
começar a ter juízo e tornar-se autónomo em relação à mesada dos pais (financiamento
da União Europeia).
Nesta mesma sub-fase, mais
concretamente desde 1981 até 2067, Portugal está também na sua fase zodiacal de
Aquário que tem como espelho a fase Leão que correspondeu ao auge dos
Descobrimentos.
A fase Aquário representa,
entre outras coisas, a democracia e integração na União Europeia, numa época
mundial de grande desenvolvimento das telecomunicações.
2 – O que tem isto a ver
com o regresso de D. Sebastião?
Tudo.
Primeiro, porque estamos a
chegar a uma época de culminação cultural do nosso país (de 1024 a 2038) o auge
do quarto ciclo da nossa História enquanto país definido e autónomo.
Para termos uma noção:
o auge do primeiro ciclo
correspondeu à conquista do Algarve;
o auge do segundo ciclo à
chegada à Índia;
o auge do terceiro ciclo à
reforma Pombalina.
Momentos de clímax na
expansão territorial ou cultural.
Segundo, porque D.
Sebastião nasceu sob os signos solar e ascendente em Aquário estando, portanto,
duplamente ligado a este arquétipo zodiacal.
A acontecer um regresso
simbólico de D. Sebastião, faz todo o sentido que seja na fase Aquário da
História de Portugal, altura em que também se inicia a Era de Aquário mundial
(esta mais intensamente a partir de 2011-2012).
3 – O que significa na prática
o retorno de D. Sebastião?
O regresso do Rei pode ser
interpretado a um nível muito literal, como a coroação mundial de um indivíduo
português de um valor, poder e genialidade inquestionáveis, por forma a motivar
a auto-estima e confiança de todo o país.
Esse Rei teria que ser
conhecido e reconhecido em todo o mundo, levando a bandeira de Portugal e a
cultura portuguesa para todos os cantos do mundo, ajudando simultaneamente à
pacificação e educação internacionais.
No entanto, o regresso do
Rei também deve ser interpretado a um nível mais geral e esotérico, como um
movimento coletivo de génese portuguesa, em que são descobertos e revelados
tesouros intelectuais e culturais de grande importância para a humanidade.
Entre esses tesouros,
podemos considerar descobertas científicas, obras de arte, criações literárias,
por exemplo, de extraordinária qualidade.
Digamos que os novos
Descobrimentos não estão relacionados com tesouros materiais exteriores, mas
com tesouros intelectuais e humanos de excelência, que permitam a unificação do
globo em torno de valores comuns.
É esta a essência da
missão sebastiânica dos portugueses:
tornarem-se eles próprios
tesouros, pelas características únicas da sua espécie e, fundamentalmente,
pelas obras fantásticas que realizam, promovendo assim a evolução do mundo.
4 – Quais as evidências
concretas do regresso de D. Sebastião?
Existem evidências do
regresso do Encoberto num sentido mais geral e subtil, com o reconhecimento
internacional do trabalho e genialidade de alguns portugueses de eleição.
Mas existe também o D.
Sebastião, num sentido mais popular e simples.
Para que o D. Sebastião
fosse reconhecido em toda a parte do mundo, pelas suas competências e poder
real, teria que ser uma figura altamente mediática.
Por outro lado, qual é a
atividade mais mediática do mundo?
Um palco que cativa a
atenção da população mundial, letrados e iletrados.
Dificilmente seria a
política, a filosofia ou a literatura porque estas áreas não atraem a maioria
dos portugueses.
– chamados de povo.
Queiramos ou não, a área
profissional mais mediática no mundo ocidental (já deve ter adivinhado)
é o… futebol.
Faz sentido que, para
regressar, o “Rei” tenha surgido na profissão mais divulgada e que mais atrai
multidões.
E quem é então o
“Encoberto”, num sentido mais elementar?
Aquele que veio de uma
ilha e que foi coroado na mesma idade com que El-Rei D. Sebastião morreu – aos
24 anos – o melhor jogador do mundo.
Alguém que tem, por
“coincidência” o mesmo signo solar (Aquário) e lunar (Leão) que o Rei
desaparecido!
Um indivíduo que se pode
considerar hoje em dia como um imperador do mundo moderno, o embaixador de
Portugal na comunidade internacional
– o português mais famoso
de sempre.
Estamos obviamente a falar
de Cristiano Ronaldo.
Um símbolo do que o mito
de D. Sebastião representa:
a excelência profissional
e genialidade além fronteiras, ultrapassando todos os limites antes fixados,
através da determinação mental e força de vontade.
Custa-lhe a acreditar?
Peço-lhe que reflita
honestamente nestas evidências que referi, sem preconceitos.
Não acha que são
coincidências a mais?
Até porque o Rei morreu
jovem, é justo que regresse e seja reconhecido nessa mesma condição.
5 – Quais as outras
manifestações do Sebastianismo?
Existem outros D.
Sebastiões evidentes, até no próprio futebol, como José Mourinho.
E não será por acaso que
dois dos melhores profissionais do desporto-rei, desde sempre, sejam
portugueses.
Já reparou que os
portugueses se distinguem facilmente pela qualidade do seu trabalho quando são
submetidos a provas no exterior, fora do nosso pais?
Veja a engenharia, a
biologia, a medicina, entre tantas outras áreas.
Podemos recordar, por
exemplo, na literatura génios como José Saramago e Lobo Antunes;
na neurociência, António
Damásio;
na arquitetura, Siza
Vieira e Souto Moura;
na medicina, Egas Moniz;
na música,
Amália; entre tantos
outros.
Muitos jovens portugueses
estão atualmente a dar cartas internacionalmente, em tantas áreas diferentes,
desde o humor, ao espetáculo e a literatura.
E é nisso que os
portugueses deveriam acreditar:
na sua capacidade de
trabalho e criatividade, quando se empenham a sério, mesmo que as condições
exteriores (como a “crise”) pareçam muito adversas.
Por mares nunca dantes
navegados e por tempestades nunca dantes vencidas.
Obras de génios como
Agostinho da Silva e Fernando Pessoa retratam a visão deste património cultural
– o Sebastianismo
– como um tesouro
psicológico de um valor imenso, porque representa as sementes da Fé, da
Criatividade e da Coragem que cada português contém em si.
Na verdade, cada português
é um D. Sebastião em potência e os seus compatriotas mais prestigiados são
apenas exemplos da capacidade de realização e mestria que cada português
trabalhador pode almejar.
Em suma, como já tinha
dito em programas anteriores , 2015 traz propostas de Fogo que incentivarão a
coragem, o poder pessoal, a autonomia e a fé para tomadas de decisão mais
arrojadas na vida.
Essas decisões poderão
significar mais empreendedorismo, internacionalização e cortes com o passado,
no sentido de maior libertação pessoal.
É um ano bastante
“Crístico”, em que a moralização pública e política se tornarão mais evidentes.
Em destaque, estará a
evidência cada vez maior do fim do capitalismo e da necessidade de se criarem
novas identidades e lideranças políticas.
O ciclo económico mundial
será tendencialmente contrativo, mas com uma abertura maior dos mercados e
sinais de maior evolução tecnológica (no domínio dos transportes aéreos, telecomunicações,
e energias renováveis).
Posso assim caracterizar o
ano de 2015 como potencialmente mais “espiritual” e educativo, com quebras de
ritmo, renovações políticas e ainda bastante instabilidade mundial em termos
financeiros.
Ainda assim, no geral,
haverá certamente razões para maior esperança na capacidade humana para
resolver os problemas complexos que envolvem a sociedade.
Bom se assim o quiser.
Muito é possível fazer
ainda, por nós e pelo mundo!
Em tantas áreas, em tantos
domínios, sermos melhores do que fomos antes…
a cada dia mais fortes,
mais competentes, mais brilhantes.
Ser Português é uma sorte,
um privilégio divino, pela magia e sacralidade com que toda a nossa História
foi concebida.
Por isso, mãos à obra, com
Vontade, Inteligência e Amor.
Se gostou e quiser saber
mais, esta convidado a visitar o meu blog,
Rafaelaastrologiablogspot.com
Ou contactar-me por email;
Ou pessoalmente pelo telf;
0351 916 333 988
Ou ainda se quiser deixar os seus dados para uma consulta gratuita;
Pode fazê-lo
Ou pela linha ouvinte
918 080 011.
Ou ainda pelo correio
eletrónico da radio
Ou
“ OS ASTROS NA
RADIO”,
na radio Gondomarfm.pt
