ocorreu em 25 de
abril de 2015, em Katmandu, Nepal, às 11:57 da manhã, horário local,:
O devastador sismo que atingiu sábado o Nepal matou
mais de 4000 pessoas e deixou mais de 7500 feridos, sendo que mais de 100 vítimas morreram
em países vizinhos do Nepal .
mas os danos patrimoniais que causou destruíram também
parte da memória do país.
Pelo menos quatro dos sete locais classificados como
Património da Humanidade pela UNESCO foram atingidos e alguns dos monumentos
mais importantes do Nepal estão agora reduzidos a escombros.
O símbolo imediato da destruição causada pelo sismo de
magnitude 7,8 na escala de Richter, no sábado, é a histórica torre Dharhara
(1832), em Katmandu – agora uma pilha de escombros de tijolo com apenas alguns
pedaços da sua estrutura branca visíveis, antes uma obra encomendada pela
rainha e um promontório há dez anos reaberto ao turismo ao qual se acedia por
uma escada em caracol.
Com 60 metros de altura, nela morreram pelo menos 60
das perto de 200 pessoas que lá ficaram presas durante o sismo, que há muito se
temia que pudesse atingir violentamente a zona oeste do pequeno país devido à
sua posição tectónica de risco.
Na praça da torre, o sismo, cujo epicentro se situou a
50 kms de Katmandu, destruiu ainda o templo a Shiva, um pagode majestoso também
conhecido como Maju Deval, e outro pagode menor, o Narayan.
Entre os destroços e as pedras, um buldózer trabalha
entre “testemunhas chocadas e tristíssimas e um sentido de perda insubstituível
visual e espiritual”.
Locais de culto, mas também de reunião, de comércio
local ou de peregrinação para turistas, estes dois templos foram arrasados
enquanto outros elementos da praça monumental parecem ter resistido, como é o
caso das casas-templo dedicadas a Kumari e a Shiva-Parvati.
foram atingidos, portanto quatro dos sete sítios
classificados como Património Mundial da Humanidade – o templo de pedra em
forma de búzio na praça Durbar de Bhaktapur, a escassos quilómetros da capital,
toda a praça do século III Durbar em Patan, pavimentada com tijolos vermelhos,
a praça Durbar de Basantapur, onde vivia a família real nepalesa até ao século
XIX e por fim um dos mais antigos monumentos budistas nos Himalaias, a stupa de
Boudhanath – as stupa são estruturas circulares que albergam relíquias budistas.
o que terá resistido ao sismo foram:
o templo Sundari Chowk, o Krishna Mandir (1637), o
Bishwa Nath Mandir (século XVII) , guardado por elefantes de pedra, e o pagode
Bimsen Mandir (século XVII).
Katmandu fica no sopé dos Himalaias, um vale onde se
concentram vários conjuntos e complexos monumentais que são testemunhos do
cruzamento de várias civilizações e religiões
– do budismo ao hinduísmo, passando pelo tantrismo ou
pelo edificado dos Newar (indígenas do vale de Katmandu).
“É uma perda
irreparável para o Nepal e para o resto do mundo”,
“O restauro completo não é possível devido aos
extensos danos nos locais históricos do Nepal”.
O Sismo no Nepal era uma tragédia anunciada
Porquê?
É nesta zona do mundo que a placa do subcontinente indiano mergulha
sobre a Euroasiática, a um ritmo de quase cinco centímetros por ano.
Faltavam poucos minutos para o meio-dia quando um movimento das placas
tectónicas a 15 quilómetros de profundidade originou as ondas de choque que se
propagaram pelo Nepal, Índia, China e Bangladesh, destruindo milhares de vidas,
casas e monumentos.
De alguma forma, esta era uma catástrofe mais do que anunciada:
os registos históricos indicam que o período de retorno de um sismo de
magnitude 8 na região é de cerca de 75 anos.
- E o último tinha sido em 1934.
Naquela área é 60 vezes mais provável um habitante de Katmandu morrer
num sismo de que um habitante de Tóquio.
Porquê?
Por um lado, porque é uma zona de atividade sísmica intensa, por outro,
porque não existe o devido planeamento e prevenção.
A explicação para esta regularidade encontra-se na localização:
estes sismos são gerados pela convergência da placa Indiana com
Eurasiática, que entraram em colisão há 40 ou 50 milhões de anos.
É nesta zona, numa fronteira difusa que em certos locais corre ao longo
da fronteira sul do Nepal, que a placa do subcontinente indiano mergulha sobre
a Eurasiática, a um ritmo de quase cinco centímetros por ano, causando o
levantamento dos Himalaias, que continuam a crescer.
A convergência das placas gera tensão e a energia que é libertada nestes
sismos é poderoso.
Esta não é a primeira vez que Kathmandu é atingida por um terremoto
deixando milhares de mortos.
o maior, de magnitude 8, ocorreu em 15 de Janeiro de 1934, causando a
morte a mais de 10 mil pessoas.
Anterior a este, o Nepal também conheceu um mortífero terremoto em 1255,
quando 30.000 pessoas (um terço da população da cidade) tinham morrido.
Este desastre no Nepal foi antecipado por uma equipa de investigadores
franceses que se encontravam no
país em trabalho de campo, previram há um mês este sismo no nepal.
"Há 45 milhões de anos, os dois continentes [indiano e asiático]
começaram a tocar um no outro e como os dois têm a mesma densidade nenhum quis
afundar-se.
As duas placas continentais começaram a comprimir-se mutuamente,
dobrando-se e fraturando-se ao longo de várias falhas.
Foi assim que os Himalaias se foram elevando.
Ao longo das falhas vão ocorrendo sismos, que permitem que um bloco
avance sobre o outro, e que assim vão acomodando a compressão entre as
placas", por esta razão aquela zona tem uma atividade sísmica elevada.
Para quem não sabe as escalas; 1 (tremor só é sentido quando a pessoa
não se move), 2 a 4 (tremor que não causa danos), 5 (objetos caem no chão) e 6
e 7 (grandes prejuízos).
Mas, Sismos atingiu o planeta em todos os lados, durante 24 horas.
Tudo começou com um terremoto de magnitude 6,3 na Nova Zelândia :
Um poderoso terremoto abalou Nova Zelândia sexta-feira passada, de
acordo com os sismólogos.
O terremoto ocorreu às 15:36 .
Seu epicentro foi localizado a cerca de 65 km ao norte de Kaikoura na
Ilha do Sul, a uma profundidade de 55 km.
Em seguida, um terremoto de magnitude 5,5 atingiu o norte da Califórnia:
Um terremoto datingiu a costa norte da Califórnia cerca de 200 km a
oeste de Eureka, de acordo com as autoridades norte-americanas.
O evento teve lugar a cerca de 18:34, a uma profundidade de 8 km, o
epicentro foi a 330 quilômetros de San Francisco.
Em seguida, um devastador terremoto de magnitude 7,9 atingiu Nepal
Um terremoto atingiu Nepal sábado de manhã passado e foi sentido até ao
norte da Índia e Bangladesh.
O terremoto também causou enorme avalanche nas encostas do Everest,
matando algumas dezenas de pessoas
E eles continuam, há muitos terremotos que atingiram o estado de Idaho
recentemente,
Northern Idaho tem sido o epicentro de dois terremotos que atingiram os
territórios do noroeste quinta-feira.
Alguma coisa está errada!
Não é normal ter tantos terremotos em tão pouco tempo. Os vulcões estão a acordar também ...
O que está a acontecer?
Desde sábado passado, as réplicas têm feito sentir-se e vão continuar
durante um mês.
Preveem-se que nos próximos 30 dias ocorram mais de 30 réplicas, todas
com magnitudes de 5 graus e até superiores.
Presume-se que estas réplicas podem mesmo durar anos, porque durante um
sismo a litosfera fratura-se devido ao deslizamento quase instantâneo numa das
placas em relação à outra.
E depois tem de haver reajustes,
"o que pode durar bastante tempo e provocar as réplicas".
E nós?
Poderá haver um cenário semelhante em Portugal?
Quando me questiono sobre a possibilidade de existir um sismo com a
mesma intensidade em Lisboa, recordo-vos que, também já tivemos em Lisboa:
"Estima-se que o de 1755 teve uma magnitude bastante mais elevada
em Lisboa.”
E sim, acho que temos que estar preparados.
Eles já aconteceram ao longo da nossa história, e certamente vão voltar
a acontecer.
Porque, estamos ao lado de uma fronteira entre as placas africana e
euroasiática, que nasce nos Açores e passa a sul de Portugal continental."
Relativamente a outros países, também existe a probabilidade de
ocorrência de sismos violentos.
Turquia, Chile e Japão possuem grandes falhas tectónicas que se deformam
mais rapidamente, daí que sejam palco de sismos com maior frequência.
Os sismos muito grandes ocorrem, normalmente, nas fronteiras entre
placas tectónicas, mas também podem acontecer dentro das mesmas.
As zonas de fronteiras entre placas incluem o bordo do oceano Pacífico,
desde o Chile, toda a costa oeste americana, incluindo são Francisco, Seattle,
Alasca e Japão, e Indonésia.
Perto de nós, temos uma zona de fronteira entre placas no Mediterrâneo.
Isto é a informação que poderia obter em qualquer meio de comunicação
social.
Numa perspetiva da astrologia e da espiritualidade, qual o significado?
A Astrologia tem
sido, desde sempre, alvo das mais estremas reacções:
alguns condenam-na
totalmente, enquanto outros a aceitam sem questionar;
poucos são os que lhe
ficam indiferentes.
Contudo, qualquer
destes extremos
- tanto a recusa como
a aceitação total
- são fruto do mesmo
desconhecimento.
No meio termo fica
quem sabe que, antes de acreditar ou condenar, importa compreender.
A máxima da
astrologia é;
Assim como é no Céu,
é na Terra...e visse versa…
A Astrologia é o
estudo da relação entre o Homem e o Universo, através da simbologia dos corpos
celestes.
Esta linguagem
simbólica baseia-se no princípio da sincronia entre o Universo e o ser humano.
Ou seja:
"O que está em
cima é como o que está em baixo..."
Na Astrologia parte
-se, portanto, do princípio que os acontecimentos da Terra (quer à escala
individual, quer colectiva) reflectem a dinâmica representada nos céus.
É a partir desta base
que se desenvolve o conhecimento astrológico.
Importa relembrar que
a Astrologia é uma das mais antigas formas de Conhecimento.
Tem atravessado
séculos, civilizações e Eras.
Esta longa viagem da
astrologia tem deixado as suas marcas.
Em determinadas fases
da História da Humanidade, a Astrologia tem sido dignificada como linguagem
reveladora da Alma Humana e do seu papel na Ordem Universal.
Nestes ultimos anos,
tem sido deturpada, espoliada do seu carácter "sagrado" e reduzida a
simples "arte divinatória" ou a caracteristicas dos seus signos.
Em todas as épocas,
contudo, a Astrologia conseguiu manter a capacidade de interpretar as necessidades
e a dinâmica humana.
Entender as
configurações celestes que estão em ressonância com terremotos, maremotos e tsunamis
é o objetivo da Astrossismologia a ramificação da astrologia mundial, que se
baseia na teoria duma tecnica chamada de
profecções.
A Sismologia estuda
os sismos ou terremotos, os maremotos e os tsunamis que ocorrem na superfície
da Terra.
Fenômenos devidos na
maior parte dos casos a movimentos ao longo de falhas geológicas entre placas
tectônicas.
A astrossismológia
considera que os fenômenos sismológicos que ocorrem em determinada região
geográfica, também se correlacionam com
os Ingressos de Marte e da Lua em Capricórnio, calculados para essa
região.
Marte pode ser associados
a forças destrutivas;
a Lua pode ser
associado aos movimentos da superfície terrestre;
e Capricórnio é o
signo Cardeal de Terra
– regido por Saturno,
planeta que representa as rochas, as placas tectônicas, as restrições e também
sofrimentos.
Também são
considerados os trânsitos, principalmente sobre as posições da carta de
ingresso de Marte.
Por exemplo
O terremoto da China
em 2008
o Terremoto de 12 de
maio de 2008, na China, com epicentro a 92 km da capital da província de
Sichuan, Chengdu.
Na carta Astral do
ingresso de Marte em Capricórnio, imediatamente anterior ao terremoto que matou
mais de 65 mil pessoas.
Júpiter, rege o Ascendente
e está sobre o Ascendente (algo físico, concreto) no mapa astral.
Além de reger o
Ascendente, Júpiter rege a casa 4, associada ao solo, à base da China.
Além disso, Júpiter é
o dispositor da Lua, na casa 1, regente da casa 8, das perdas e mortes;
é o dispositor de
Plutão, na casa 1, regente da casa 12, dos sofrimentos
- onde a conjunção
fechada da Lua com Plutão mistura significados das casas regidas por esses
astros;
Júpiter é dispositor de Urano, presente e
regente da casa 3, onde também estão Netuno e Vênus, na cúspide.
- casa dos
deslocamentos das pessoas e das placas tectônicas;
além disso, Júpiter é
o regente natural da casa 9, das Forças Superiores, onde se incluem as Forças
da Natureza.
a casa 9 é regida
pelo Sol, que está à disposição de Saturno, retrógrado nessa casa, em
detrimento, em oposição a Netuno e a Vênus.
Quando aconteceu o
terremoto, às 14:28 , em Chegdu a Lua estava a 23º17’ de Leão, junto da Cauda
do dragão, a 23º22’ de Leão, ambos na casa 12 (onde transitava Saturno).
Lua e Cauda do dragão
sobre Saturno da passagem de Marte, a 23º33’ de Leão.
Na hora do terremoto,
Plutão estava na casa 4 (da base) sobre a posição de Marte em passagem;
Marte transitava em oposição a passagem de Mercúrio
(regente das casas 10 do ingresso e do terremoto; e Urano, o repentino,
transitava no Fundo do Céu da sua passagem).
Nesta entrada lunar,
Marte está a 22º27’ de Carangejo, em queda na casa 10, em oposição a Júpiter na
casa 4, a 22º03’ de Capricórnio.
Ambos em quadratura
com Vênus desse regresso.
Intervalo de tempo,
em dias, entre 17.01.2007, data do Ingresso de Marte, e 12.05.2008, quando
houve o terremoto maior: 481 dias.
O Meio do Céu, ligado
às exteriorizações, mais esse arco, passa para 1º11’ de Aquário, em conjunção
com Mercúrio, regente do Meio do Céu e da casa 7, das oposições e conflitos.
Netuno, regente da
casa 4, associada à base, ao solo, mais esse arco, vai para 26º55’ de Gêmeos,
em oposição à Lua (regente da casa 8) e a Plutão (regente da casa 12).
Finalmente, Saturno
retrógrado e em detrimento, mais esse arco, vai para 1º49’ de Capricórnio,
ainda em conjunção com Marte, dono do ingresso.
Mapa do Terremoto e
Tsunami do Japão
Carta do terremoto
calculada para Sendai, 11.3.2011, 14h56 no japao
As cinco condições
astrológicas para terremotos de alta magnitude, com ou sem tsunamis, foram
preenchidas.
1) NODOS LUNARES EM
ASPECTO NEGATIVO –
* Saturno
ou
* Urano
ou
* Plutão
No Japão: Urano
estava em quadratura com os Nodos e Plutão, em conjunção com o Nodo Norte.
2) CONJUNÇÃO,
SEMI-SEXTIL, QUINCÚNCIO, NOVIL, QUADRATURA, SEMI/SESQUIQUADRATURA, OPOSIÇÃO
entre:
* Saturno-Urano
ou
* Saturno-Plutão
ou
* Urano-Plutão
No Japão:
há aspectos com valor
de quadraturas Saturno-Urano e Urano-Plutão.
3) URANO OU PLUTÃO EM
SIGNOS DE TERRA OU DE ÁGUA
Caso isso não ocorra,
Plutão estará em conjunção com Netuno, o que o vincula ao elemento Água.
No Japão: Plutão está
em signo de Terra e Urano, em signo de Água.
4) CONJUNÇÃO,
SEMI-SEXTIL, QUINCÚNCIO, NOVIL, QUADRATURA, SEMI/SESQUIQUADRATURA, OPOSIÇÃO
entre
* Mercúrio-Vênus
ou
* Mercúrio-Saturno
ou
* Mercúrio-Urano
ou
* Mercúrio-Plutão
ou
* Vênus-Saturno
ou
* Vênus-Urano
ou
* Vênus-Plutão
No Japão:
as quadraturas
Mercúrio-Saturno, Mercúrio-Urano e Mercúrio-Plutão ocorrem de forma indireta.
Em raras cartas de
terremotos, quando não ocorreram aspectações diretas entre os Nodos e os
planetas que mencionei, estes planetas estão sempre em aspecto com outros
planetas que estão em contato direto com os Nodos.
Plutão em quadratura
com a Lua, estando esta em conjunção com o Nodo Sul.
Outro: Urano em novil
com Marte, estando este em conjunção com o Nodo Norte.
No Japão:
Mercúrio e Urano
estão em Stellium com Júpiter, que faz oposição a Saturno.
Portanto, Mercúrio e
Urano podem ser considerados como opostos a Saturno.
No mapa do terremoto
que devastou o Haiti traz no Fundo do Céu a marca do aspecto de demolição de
velhas estruturas.
Por outro lado, traz
também uma nota de esperança aquariana:
o país pode renascer
das cinzas, e num nível melhor do que jamais sonhou.
O terremoto que
devastou a capital do Haiti, Port-au-Prince, teve seu epicentro a apenas 15
quilômetros da cidade.
O horário do choque
mais violento, que chegou a atingir 7.3 na escala Richter, foi 16h53 no dia 12.1.2010
Daí resulta uma carta
em que o Ascendente está em 14º56' de Carangejo e onde Saturno, planeta das
edificações e das estruturas, ocupa o Fundo do Céu (significador do chão, do
território) e encontra-se em tensão por uma quadratura de Plutão.
Numa carta astrológica de uma catástrofe
- seja um terremoto,
tsunami ou inundação
-o mapa fala muito
mais dos seus desdobramentos a partir daquele momento do que das possíveis
causas naturais.
Assim, o mapa do
terremoto de Port-au-Prince, mais do que explicar a sua violência como fenômeno
geológico, serve para que possamos entender o profundo impacto sobre a economia
e a sociedade haitiana.
Um evento das
proporções do que ocorreu em Port-au-Prince é um acontecimento fundador, que
inaugura um novo ciclo na vida da cidade e, por extensão, considerada a
pequenez do Haiti, do próprio país como um todo.
A angularidade da quadratura
Saturno-Plutão aumenta as possibilidades mais dramáticos desse aspecto.
há aqui uma situação
de demolição (Plutão) de edificações (Saturno), ou de transformação (Plutão) de
estruturas, inclusive as de poder (Saturno).
Por outro lado, há um
aspecto esperançoso nesta carta, que é o sextil que a Lua aplica a Júpiter, e
que se torna exato poucas horas após o terremoto.
Observe-se que a Lua
rege o Ascendente (o país e seu povo) e formou uma quadratura a Urano (aspecto
tenso, indicador de abalos).
A Lua está na casa 6
- das crises agudas
- mas, antes de sair
de Sagitário, ainda fará um sextil com Júpiter, o chamado "Grande
Benéfico", presente em Aquário na casa 8.
Esta casa, tal como a
6, também simboliza crises, sendo ligada a mortes e transformações drásticas.
Contudo, a destruição
parece ter aqui sentido positivo. Júpiter rege nesse mapa as casas 6 (crises
agudas) e 9 (estrangeiro), indicando que o sofrimento do país poderá ser
grandemente aliviado pela ajuda externa.
As estruturas que
desabaram, tanto físicas (os equipamentos urbanos da capital) quanto
institucionais (o governo e os serviços públicos, que entraram em colapso), não
tinham mesmo condição de fornecer uma base sólida para que o país saísse da sua
crônica condição de país mais pobre do Ocidente.
Com o terremoto,
paradoxalmente abre-se um horizonte novo, simbolizado pela Lua em Sagitário e
por Júpiter, e na possibilidade de um renascimento da identidade haitiana.
Com Júpiter prestes a
abandonar o signo de Aquário e a conjunção com Netuno, esta é a última
oportunidade para o exercício da utopia aquariana da cooperação desinteressada
nas relações internacionais.
Além do socorro
imediato, fala-se numa espécie de "adoção do Haiti", com programas de
reconstrução de longo prazo.
Será um recomeço
difícil, terrível e doloroso.
O governo ainda
precisará de um longo tempo para reorganizar-se, como mostra Marte, regendo o
Meio do Céu, retrógrado na casa 2 e sem aspectos maiores.
Mas o Haiti tem,
depois de muitas décadas, uma oportunidade real de sair da sua eterna condição
de pobresa.
O devastador
terremoto que atingiu o litoral chileno na madrugada de 27 de fevereiro 2010.
No seu mapa astral ,
Literalmente, existe aí a imagem do abalo que, vindo das profundezas (Urano
rege a 4), põe em cheque o projeto político chileno e a capacidade de liderança
de seus governantes (Sol regendo da 10).
O outro trânsito
digno de nota é a oposição que Netuno na casa 4 faz ao Marte radical de casa
10.
As forças
armadas teve um papel importante na
reconstrução do Chile, mas serão fortemente desafiadas pela situação de caos
social nas zonas atingidas, o que poderia levar a sérios desgastes no
enfrentamento com a população.
a cidade mais
devastada, é um dos centros urbanos mais antigos das Américas.
Foi fundada em 1550
- com o nome de La
Concepción de María Purísima del Nuevo Extremo.
É a segunda maior
cidade do país, com população aproximada de 600 mil habitantes na área
metropolitana.
Já a capital
Santiago, tão Peixe, foi fundada 1541 por Pedro de Valdívia, representante da
Coroa Espanhola.
A fundação seguiu um
plano organizado, dando origem a uma das primeiras cidades
"planejadas" das Américas: ruas em forma de tabuleiro, quarteirões
com dimensões padronizadas e uma grande Plaza de Armas ao centro. Tanta
simetria não impediu Santiago de sofrer diversas destruições ao longo da
história, seja por ataques indígenas, seja por terremotos de variada
intensidade.
O terremoto do Chile,
de magnitude 8.8, atingiu a região central do país na madrugada de 27/02/2010,
sacudindo Santiago por um minuto e meio e desencadeando um tsunami.
O tremor ocorreu às
3:34:14, hora local, e esteve centrado no mar, a 325 km a sudeste da capital,
numa profundidade de mais de 50 km.
O Centro de Alerta de
Tsunamis do Pacífico emitiu um alerta para o Chile e o Peru, e um aviso menos
urgente para Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica e Antártida.
Marte passou por
Capricórnio em 27.12.2008, as 04:30:22) de Santiago , junto de Plutão (regente
de Escorpião, interceptado na casa 12), da Lua (regente das casas 8 e 9, das
Forças da Natureza) e do Sol (regente do MC).
Além desses astros,
também estavam em Capricórnio, em conjunção, Mercúrio (dos movimentos) e
Júpiter (das coisas grandes; regente do Ascendente).
Júpiter, regente do
Ascendente, mais esse arco, passa para 21º43’ de Touro, signo interceptado na
casa 6, em quadratura com Vênus-Netuno na casa 4 (base, solo). Onde Vênus é o
regente da casa 12, e Netuno (oceano) é o regente natural dessa casa.
Plutão, regente do
signo interceptado na casa 12, mais esse arco, vai para 24º57’ de Áries, em
oposição à cúspide da 12, iniciando a quadratura com Júpiter, regente do
Ascendente.
O ingresso anterior
da Lua em Capricórnio, em 09.02.2010, as 07:43:30 (-3:00), em Santiago de forma
semelhante com o que ocorreu no terremoto no Haiti, com Vênus-Netuno sobre o
Ascendente.
E Saturno (regente da
casa 12 e do Ascendente), na casa 8, em quadratura com Plutão em Capricórnio.
O Sismo no Nepal
A
evidência do trânsito de Plutão em Capricórnio indicava um aumento no número de
transformações da Terra, já que Plutão rege o subsolo, o magma e os terremotos,
e Capricórnio, signo da terra e das montanhas, rege a crosta terrestre.
"No
plano planetário, Plutão rege o magma e a atividade vulcânica, Capricórnio
representa a estrutura da crosta; ou seja, terremotos e erupções vulcânicas
serão muito mais frequentes nos próximos 20 anos.
"
Sendo o Nepal, um país capricorniano, não só por sua natureza montanhosa, mas
também por duas datas (9/1/1767, fundação, e 15/1/2007, declaração de Estado),
além da sua situação geografica, era obviamente um sério candidato a essas
tristes catástrofes.
No mapa astral do evento, pode-se ver o mesmo Plutão no setor 6, que mostra os problemas de saúde e de alimentação, bem como doenças e epidemias (que já são esperadas pelas autoridades devido à situação precária). Plutão está em quadratura com Urano em Carneiro, que também indica terremotos.
"No
plano planetário, teremos a sequência de acidentes naturais mais ou menos com a
mesma intensidade.
Carneiro
rege o ferro, que forma o núcleo líquido da Terra, cujo giro forma nosso campo
magnético.
Urano
vai aumentar as alterações desse giro, podendo gerar anomalias no magnetismo
terrestre, alguns esperam a inversão dos pólos, mas não posso afirmar isso.
De
qualquer forma, esse desequilíbrio do "balanço" deste grande pião que
é nosso planeta, acelerará as erupções vulcânicas, terremotos e,
consequentemente, o risco de tsunamis, bem como aumento dos temporais,
tempestades, raios e ventanias súbitas, tornados e furacões.
O
desequilíbrio térmico também ficará mais extremo, aquecimento de modo geral,
ondas incomuns de calor aqui, ondas incomuns de frio ali, e assim por
diante."
Urano está na casa 9, indicando que, em função da tragédia, haverá uma renovação das relações internacionais do país, como já se observe, pois será necessária a ajuda internacional nas próximas décadas para a reconstrução - e consequente modernização - do país.
Urano está na casa 9, indicando que, em função da tragédia, haverá uma renovação das relações internacionais do país, como já se observe, pois será necessária a ajuda internacional nas próximas décadas para a reconstrução - e consequente modernização - do país.
A
confirmar isso no grande trígono que existe no mapa, formado por Plutão na casa
6 (modernização das condições higiênicas e trabalhistas), Lilith na casa 2
(investimentos, embora obviamente gerando dívidas) e Mercúrio e Marte na casa
10 (mudanças no governo que terá sua estabilidade comprometida).
Grande
trígono que está na triplicidade da terra, e nas casas ligadas ao plano
material.
O Sol, no meio do céu, em Touro, recebia quadratura da Lua, Ascendente e Júpiter.
O Sol, no meio do céu, em Touro, recebia quadratura da Lua, Ascendente e Júpiter.
Quadratura
angular, sempre notada em terremotos, uma vez que o Ascendente representa o
planeta Terra, e há forças gravitacionais poderosas envolvidas, no caso, da Lua
e de Júpiter. Marte (acidentes, epidemias) e Mercúrio também recebem quadratura
de Júpiter.
Júpiter
também representa o apoio da comunidade internacional (sextil com Vênus na casa
11).
E
a Lua, que representa a população, estava na casa 12 (sacrifícios, tragédias,
isolamento, desterro no sentido de perda ou expulsão da casa).
Pois
Plutão pede crescimento, nem que seja através da tragédia que resulte em
progresso e renovação, não só material, mas também cultural e espiritual
daquela grande nação.
primeiro
de Novembro de 1755 em Lisboa ocorreu um gigantesco terremoto na costa
portuguesa do Oceano Atlântico.
O
terremoto foi tão forte que chegou a ser sentido em diversos locais da Europa,
África e América.
A
cidade de Lisboa, considerada uma das cidades mais antigas e bonitas da Europa,
capital de uma das maiores potências
mundiais daquele momento, foi completamente destruída pelo tremor, que fez
desabar uma série de prédios e deflagrou uma série de incêndios. Muitos
correram da cidade em ruínas pra costa,
quando então perceberam o recuo do mar e a formação de um Tsunami de mais de 20
metros de altura que promoveu mais mortes e destruições.
Pelo
menos 10.000 pessoas pereceram no terremoto e no Tsunami.
É
interessante analizar o mapa astral dessa
época, estava em curso a quadratura entre urano e Plutão, Urano em Peixes e
Plutão em Sagitário.
Naquele
ano de 1755 entre 9:30 e 9:40 da manhã , Um contato exato entre plutão
e Urano já tinha ocorrido no final de Maio, aos 15° de Peixes/Sagitário.
Em
setembro, um outro contato exato, dessa vez com Plutão estacionádo também
ocorreu nos 13° de Peixes/Sagitário.
Em
Maio de 1756 mais um contato exato ocorria e ficava exata a conjunção entre
Plutão e Éris em Sagitário, aos 18°.
Simbolicamente,
foi considerado por muitos como o evento divisor de águas que marca o
Iluminismo e a revolução Industrial como fenômenos culturais a penetrar em toda
a Europa, além do início de um processo de decadência em relação ao poder
político da igreja católica, bem como início da sua declinação como influência
cultural.
Era
o universo sagitariano passando por profundas transformações.
A
ciência estava à assumir o lugar que antes pertencia a igreja como elemento
regulador da "verdade";
O PORQUÊ DAS MORTES COLETIVAS
Sob uma visão espiritual
Os grandes choques que ocorrem na nossa sociedade material trazem sempre
enormes indagações e dúvidas por parte de pessoas que ainda não adquiriram
conhecimentos das verdades a respeito da Lei de Causa e Efeito e das vidas
sucessivas.
“Não caí uma só folha da árvore
sem que Deus saiba” e, com toda certeza, as “mortes coletivas” não foram obras
do acaso, mas sim, todas estavam predestinadas na espiritualidade para
participarem dessas desencarnações coletivas.
Muitos desses fatos são conseqüências de Leis Naturais, ou juridicamente
chamadas de “casos fortuitos”, como maremotos, terremotos, erupções de vulcões,
etc., porém, outros ocorrem por acidentes ou desastres, que são provocados pelo
próprio Homem, como por exemplo, acidentes aéreos, marítimos, ferroviários e,
hoje em dia, até por ato terrorista.
No caso, apesar de ser um fato natural, físico, confirma a influência
inferior da Humanidade.
No outro caso, pela imprudência do próprio homem.
Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de
pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, Na
realidade são determinados e assumidos na espiritualidade, pelos próprios almas,
antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar
uma maior ascensão espiritual.
São ações praticadas num passado longínquo, muito graves, e por várias
encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirar essa
carga do Espírito, com o fim de voar mais altos.
Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de
adiar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção
pretendida perante as Leis Divinas.
Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.
“ Mas se os desastres são os mesmos para todos, a “morte” é diferente
para cada um”.
Assim, a Previdência Divina, com sua pré-ciência, circunstâncias de
hora, dia e local, para reunir aqueles que assumiram tais resgates aflitivos,
e, por outro lado, os que não vão fazer parte desse processo coletivo, por um
motivo ou outro, não estarão presentes.
; “...as expiações coletivas são os resgates de ações anteriores
praticadas em conjunto pelo grupo envolvido; “...os grupos se reúnem na Terra
para tarefas ou missões comuns, assim com são reunidos, para purgar faltas
cometidas em conjunto, solidariamente, assim, o inocente de hoje pode estar a
responder pelos seus atos de ontem;
“...a Providência Divina tem meios e formas para determinar os
reencontros, o reinício das tarefas, os resgates, tanto no plano individual
quanto no coletivo, em processos complexos que nos escapam à percepção”.
Existem ainda, “mortes
coletivas”, provenientes de seguidores de pessoas com alto grau de persuasão,
mas de baixo senso moral, que conseguem anular sentimentos e raciocínios de
pessoas despreparadas e com tendência ao materialismo, inculcando ensinamentos
de salvação através de atos externos, apregoando os suicídios coletivos.
“Quando a pessoa se fanatiza por
alguma coisa, especialmente pelas idéias religiosas, o desequilíbrio se
apresenta, e o que é distorcido, desatinado, parece coreto, equilibrado.
“mortes coletivas são provações
muito dolorosas para os que ficam e também para os que partem, mas integram
programas redentores do Espírito endividado perante a Lei e condição para que
possam usufruir, merecidamente, as glórias da Vida Eterna (...) a dor coletiva
corrige falhas mútuas, dos que partem e, também, dos que ficam”.
REAJUSTES NECESSÁRIOS
Nas mortes coletivas, as vítimas de um terremoto poderiam ser antigos
guerreiros que, numa encarnação anterior, destruíram cidades, lares, mataram
mulheres e crianças sob os escombros das suas casas e vitimaram a milhares de
pessoas.
Numa nova encarnação, são “atraídos por uma força magnética pelos crimes
praticados coletivamente, reúnem em determinadas circunstâncias, e sofrem “na
pele” por meio de um terremoto ou outra catástrofe semelhante, o mesmo mal que
fizeram às suas vítimas indefesas de ontem.”
Acrescentamos que os sobreviventes também são chamados a uma
transformação moral, a uma mudança em suas vidas, mas há pessoas que se
aproveitam da situação de caos, em uma região que sofreu citado terremoto, para
saquear, roubar, violentar e que se beneficiam com egoísmo das doações
recebidas. Para essas, a lição não é suficiente e se comprometem mais
seriamente ante a coletividade.
